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Organização da COP30 reforça segurança após protesto indígena

O protesto resultou em dois seguranças feridos, um deles foi atingido na testa.

A organização da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30) reforçou a segurança e adotou novas medidas de controle após o protesto realizado por integrantes de movimentos sociais, indígenas e estudantes. O grupo tentou acessar áreas internas da conferência e chegou a bloquear a saída de participantes na noite da última terça-feira (11), em Belém.

Na manhã desta quarta-feira (12), o público enfrentou longas filas para entrar no Hangar Convenções e Feiras da Amazônia, local onde ocorre o evento, segundo informações de jornalistas que acompanham a cobertura da conferência.

Foto: Reprodução/XProtesto na COP30
Protesto na COP30

O protesto teve início por volta das 19h30, na Zona Azul (Blue Zone), onde estão localizadas as salas de negociação. Cerca de 50 manifestantes tentaram entrar sem autorização na área destinada às delegações. Seguranças da Organização das Nações Unidas (ONU) e policiais formaram uma barreira para impedir o acesso. A confusão deixou dois seguranças feridos, sendo um deles atingido na testa.

Houve também danos materiais na estrutura do local — portas e equipamentos de raio-X foram danificados durante o tumulto. Na manhã desta quarta-feira (12), a organização informou, em nota, que todos os reparos e substituições dos equipamentos já haviam sido concluídos.

A pedido da ONU, a Polícia Federal abriu um inquérito para investigar a invasão. Agentes federais permaneceram no local durante a madrugada, coletando informações, analisando imagens de câmeras de segurança e realizando perícias

Com colaboração da repórter Lilian Aragão

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