O administrador de empresas do jornalista Leo Dias, foi identificado como um dos envolvidos no pagamento de influenciadores digitais para a realização de publicações com ataques diretos ao Banco Central (BC). Desde o fim do ano passado, páginas de fofocas nas redes sociais têm recebido propostas para levantar suspeitas sobre a decisão do BC de liquidar o Banco Master. As informações são do Estadão.
O nome de Thiago Miranda aparece em uma conversa com André Silva Salvador, que se identificou como gestor de crises. E trata sobre o recrutamento dos influencers. Miranda é dono da agência de publicidade Mithi e administrador de duas empresas pertencentes ao jornalista: a Leo Dias Comunicação e Jornalismo Ltda e a Leo Dias Comunicação e Jornalismo Ltda SCP VTG.
Apesar de Thiago ser citado na conversa, o contrato foi feito por uma empresa de André, a UNLTD. A empresa é acusada de abordar várias personalidades, incluindo políticos, para uma assinatura de confidencialidade e assinatura de um contrato para fechar parceria com a produção de conteúdo.
No fim de dezembro, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) percebeu uma alteração considerada fora do padrão de publicações nas redes sociais relacionadas à liquidação do Banco Master, com ataques ao Banco central.
Lilian Aragão
Ver todos os comentários | 0 |