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Amado Batista e BYD entram na lista de empresas que submeteram seus trabalhadores a condições análogas à escravidão

A chamada “lista suja” tem em seu conteúdo os nomes com decisão administrativa definitiva.

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) atualizou nessa segunda-feira (06) o cadastro de empregadores e empresas que submeteram seus trabalhadores a condições análogas à escravidão. Entre os nomes incluídos dois se destacaram por serem popularmente conhecidos no mercado e na sociedade: o cantor Amado Batista e a montadora de carros elétricos chinesa BYD.

A chamada “lista suja” tem em seu conteúdo os nomes com decisão administrativa definitiva, sem possibilidade de recurso. A nova atualização incluiu um total de 169 empregadores. O número representa uma alta de 6,28% em relação à divulgação anterior.

Desse total, 102 são pessoas físicas e 67 são empresas. O cadastro passou a somar cerca de 613 nomes ativos. Entre os setores com maior incidência de registros o de prestação de serviços domésticos lidera o topo da lista, confira a tabela a baixo.

Foto: GP1Gráfico comparativo
Gráfico comparativo

Os novos registros resultaram no resgate de 2.247 trabalhadores em condições de exploração trabalhista. Os casos analisados ocorreram entre 2020 e 2025, em 22 estados. O governo federal retirou 225 empregadores que completaram dois anos no cadastro.

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