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Economia e Negócios

Vacinação contra covid-19 é fundamental para retomada da economia, diz CNI

Na avaliação da entidade, a imunização permitirá o retorno seguro às atividades produtivas e diárias e a recuperação do mercado consumidor e dos investimentos.
Por Estadão Conteúdo

A vacinação em massa da população brasileira contra a covid-19 será fundamental para a melhoria do ambiente de negócios e a retomada da economia de modo sustentado, na avaliação da Confederação Nacional da Indústria (CNI). A entidade destaca que a imunização permitirá o retorno seguro às atividades produtivas e diárias, a recuperação do mercado consumidor e dos investimentos. A consequência será a reativação de todos os setores da economia, avalia a CNI.

O presidente da entidade, Robson Braga de Andrade, diz que, à medida que a vacinação avançar, as incertezas econômicas, políticas e sociais relacionadas à pandemia deverão se dissipar.

"A confiança trará novo fôlego ao consumo e à produção, o que acelerará a recuperação das perdas deixadas por esta que é uma das mais graves crises sanitária e econômica enfrentadas pela humanidade", afirma Andrade em nota divulgada pela CNI. Segundo ele, com a redução das incertezas em relação à economia, os esforços poderão ser concentrados nas ações necessárias para o País iniciar um ciclo de crescimento sustentado.

"O nosso grande desafio é fazer o Brasil voltar a crescer acima de 2% ao ano de maneira sustentada, isto é, por um longo período. Para isso, o Brasil precisa eliminar o Custo Brasil e garantir um ambiente que favoreça a atração de novos investimentos", diz o presidente da CNI. As projeções da entidade indicam que o Brasil deverá crescer 4% neste ano e a indústria, 4,4%.

A CNI reafirma a defesa da reforma tributária ampla para a redução efetiva do custo Brasil. Além disso, defende a modernização de marcos regulatórios que deem segurança jurídica e garantam respeito aos contratos, para que o País possa atrair investimentos em infraestrutura.

Outro desafio do País, para a entidade, é o reequilíbrio das contas públicas e a manutenção do teto de gastos. "Um passo decisivo nessa direção seria a aprovação de uma reforma administrativa, que racionalize os gastos públicos e melhore a qualidade dos serviços prestados à população", acrescenta Andrade.

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