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A operação ocorre nas 27 capitais e nas 96 unidades descentralizadas da Polícia Federal.
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Além da sede, endereços ligados ao presidente do Sindnapi, estão sendo alvos de buscas.
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A operação teve origem a partir das revelações da série de reportagens “A Farra do INSS”, do Metrópoles.
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Operação conta com 617 policiais federais e 273 policiais civis, mobilizados em 16 estados.
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Ela é acusada pelos crimes de organização criminosa, corrupção eleitoral e lavagem de dinheiro.
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O juiz José Gutemberg de Barros Filho arbitrou fiança de R$ 10 mil para cada um dos investigados.
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Cavalcanti afirmou que as contribuições foram feitas de forma legal e sem qualquer interesse pessoal.
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Agentes da corporação encontraram uma planilha que previa o pagamento de R$ 7,2 milhões em propina.
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O grupo movimentou o dinheiro por meio de fintechs, empresas de fachada e criptomoedas.
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"Reitero minha plena confiança nas instituições e no Poder Judiciário", afirmou Bruno Santos Leal.
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As prisões foram realizadas pelo Grupo de Capturas da delegacia, em diversos estados do país.
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Segundo o documento, Dino teria recebido mais de 50 mensagens com “padrão de incitação à violência”.
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PF investiga caso de corrupção e ocultação de bens em favorecimento de decisões para obtenção de terras.
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A operação é um desdobramento da investigação que apura indícios de corrupção e ocultação de bens.
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As investigações identificaram fraudes em certames de grande porte, incluindo o CNU de 2024.
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As ações policiais foram deflagradas nessa terça-feira (30), visando coibir fraudes milionárias na saúde.
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Desde a prisão de chineses com barbatanas de tubarão, os reforços para coibir o crime foram redobrados.
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A investigação vai apurar a possível participação de facções criminosas nos casos de intoxicação.
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As prisões são temporárias e foram determinadas pela 3ª Vara Federal do Piauí.
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Um passageiro disse, ao embarcar, que teria uma bomba, mas não foi encontrado artefato explosivo a bordo.
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O indivíduo foi capturado após investigação do Grupo de Capturas nesta sexta (26), na cidade de Serra.
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As equipes destruíram diversos equipamentos, resultando em prejuízo de R$ 5 milhões aos garimpeiros.
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A presença do empresário foi autorizada por habeas corpus concedido pelo ministro André Mendonça.
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Durante a ação, foram apreendidos dois notebooks que devem ajudar a dimensionar o alcance do golpe.
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As ordens judiciais para a operação foram expedidas pela 4ª Vara Federal de Belém, no Pará.
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Para conter a possível ameaça, a FAB enviou um caça A-29 Super Tucano.
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O documento foi elaborado em resposta a um requerimento do vice-presidente do colegiado.
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Foram cumpridos dois mandados de prisão temporária e três de busca e apreensão na operação.
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A investigação será um desdobramento da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid.
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Rodrigo Teixeira era diretor de Polícia Administrativa e atualmente está no quadro do Serviço Geológico.
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As investigações têm como alvo um conglomerado formado por mais de 40 empresas de mineração.
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Eles foram presos logo após terem furtado dinheiro na agência bancária da cidade de Piracuruca.
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Uma Ferrari e duas Mercedes-Benz foram encontradas no estacionamento do shopping Pier 21.
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Oito pessoas acusadas de integrarem o grupo para desviar valores foram presas nessa sexta-feira (12).
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A decisão final do local depender do relator do processo, o ministro Alexandre de Moraes.
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A operação, batizada de Cambota, é um desdobramento da Operação Sem Desconto.
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Segundo o ministro, os ataques se concentram em ameaças à sua integridade física e à sua vida.
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Leonildo dos Santos foi contido por militares do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).
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Os presos são acusados de crimes como homicídio, tráfico de drogas e roubos a mão armada.
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A ação deflagrada pela corporação nesta terça-feira (09) é mais uma fase da Operação Carcará.
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