Fiz alguns convites e as pessoas não aceitaram, não estavam dispostas a assumir um cargo.Wellington confessou que algumas pessoas não aceitaram o seu pedido para assumir pastas no seu governo
Merlong alegou que Wellington Dias, assim como todos os outros governadores, vai participar da posse da presidente Dilma Rousseff que acontece no mesmo dia, à tarde.
"Mande fazer levantamento do Governo Wellington pra cá e veja quem quebrou o Estado. Além disso, o nobre deputado esqueceu que teve as contas reprovadas?", questionou.
Durante entrevista ao GP1 um colega de parlamento disse que Merlong não conseguiu se eleger e por isso, "quer aparecer pra garantir um cargo no Governo Wellington Dias".
"Não conversamos nem antes e nem depois das eleições sobre secretariado. Mas, estou a disposição do governador Wellington se o convite vier ocorrer", adiantou.
"Eu esperava essa reação, mas não entendo porque tenho feito minhas denúncias sempre baseado em fatos. É algo que tem embasamento", explicou o parlamentar.
O tucano avaliou de maneira negativa o fato de Merlong Solano ter apresentado requerimento pedindo a intervenção do Governo do Piauí alegando que o Estado estaria "quebrado".
Robert Rios declarou durante sessão na última segunda-feira (03) da Assembleia Legislativa que "a intervenção é a primeira porta que se abre para corrupção".
Merlong Solano propôs que a Assembleia envie informações financeiras do Estado para que a Procuradoria Geral da República analise a possibilidade de intervenção no Governo do Piauí.
"O cargo de secretário é político, mesmo que a pessoa não seja um deputado ou vereador, mas o secretário tem que está alinhado com o projeto do Governador", frisou.
A declaração do petista foi em resposta às críticas do deputado Tererê (PSDB) de que o povo e os grupos políticos não acreditam mais no candidato ao Governo Wellington Dias (PT).
Para o deputado estadual, Merlong Solano (PT), a tendência de Dilma Rousseff (PT) é crescer na preferencia do eleitorado brasileiro, principalmente quando iniciarem os programas eleitorais.
"O Brasil se desenvolveu depois da gestão do PT, diferente de quando o PSDB comandava o país, aliás, partido que o Robert já fez parte", criticou o petista.
"Nós tivemos ali presente um número significativo de pessoas, tem que se levar em consideração de que o local onde foi realizado era muito grande", falou o parlamentar.