O ex-governador do Rio, o ex-secretário da Casa Civil Regis Fichtner Pereira e o coronel da PM Fernando França Martins foram denunciados, nesta quarta, por corrupção passiva e lavagem de dinh
Ex-governador citou os contratos do Estado com a Organização Social Pró-Saúde, que é administrada por padres da Igreja Católica, e o cardeal D. Orani João Tempesta, arcebispo da Arquidiocese
Em depoimento nesta terça, 26, ao juiz Marcelo Bretas, da 7.ª Vara Federal, ex-governador do Rio manteve sua surpreendente estratégia de confessar ligação com esquema de corrupção.
O ex-secretário supostamente era responsável pela forma de pagamento e cobrança das vantagens indevidas, afirmou o Ministério Público Federal ao apresentar denúncia.
O ex-governador foi condenado, em 1ª instância, pela 13ª Vara Federal de Curitiba, especializada em crimes financeiros e de lavagem de dinheiro, a uma pena de 14 anos e dois meses de reclusão
Na mesma sentença, o magistrado condenou o ex-governador do Rio Sérgio Cabral (MDB) a 22 anos e oito meses de reclusão por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão divisas.
Preso desde novembro de 2016, Cabral é acusado, entre outros crimes, de liderar organização criminosa que teria desviado até R$ 1 bilhão entre 2007 e 2014.
O anel de R$ 800 mil reais foi dado como "presente" para a esposa de Cabral. Cavendish diz que foi uma contrapartida para a licitação de reforma do Maracanã.
Sérgio Cabral é acusado de realizar diversos desvios de recursos públicos, de tirar dinheiro da saúde e de diversas áreas para manter seu alto padrão de vida.
Por 3 votos a 2, a Justiça aceitou o pedido de prisão preventiva feito pelo Ministério Público Federal (MPF) e colocou fim ao benefício da prisão domiciliar.