Teresina - PI

Detento acusado de assassinar empresário é morto na Casa de Custódia

A informação foi confirmada pelo presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Piauí (Sinpoljuspi), Kleiton Holanda. A perícia criminal foi acionada para iniciar os trabalhos no local.

Brunno Suênio
Teresina
- atualizado

Um detento identificado como Neurivan Alves Loiola Filho foi encontrado morto em um tambor de lixo no Pavilhão C da Penitenciária José de Ribamar Leite, mais conhecida como Casa de Custódia, no início da tarde deste sábado (20), na zona sul de Teresina. Ele respondia pela morte do empresário Mayk Willami Pereira Portela, assassinado em fevereiro no ano passado em um bloco de Carnaval na Capital.

A informação foi confirmada pelo presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Piauí (Sinpoljuspi), Kleiton Holanda. A perícia criminal foi acionada para iniciar os trabalhos no local.

  • Foto: Helio Alef/GP1IML removeu o corpo do presidiário da Casa de CustódiaIML foi acionado para remover o corpo

Esta é a segunda morte registrada no Pavilhão C da Casa de Custódia em pouco menos de 60 dias.

“Somente na Casa de Custódia, se não me falhe a memória, já são cinco mortes neste ano. No Pavilhão C são dois detentos mortos, a última [morte] aconteceu no dia 03 de maio. Então alguma coisa está acontecendo de errado e isso só se resolve com mais vagas no sistema penitenciário e a contratação de novos agentes penitenciários”, pontuou.

Detento respondia por homicídio em bloco de Carnaval na Capital

Neurivan Alves Loiola Filho, conhecido como “Neném”, era apontado como o autor do homicídio do empresário Mayk William Pereira Portela, de 23 anos, morto no bloco de carnaval “Tome Dalila”, próximo à Praça do Mafrense, zona norte de Teresina, no último dia 12 de fevereiro de 2018. Na mesma ocasião, o primo da vítima ainda foi baleado, mas resistiu aos ferimentos.

  • Foto: Facebook/Mayk WillamiMayk Willami Pereira PortelaMayk Willami Pereira Portela

Neurivan Alves acabou sendo preso pela Polícia Militar no município de Manoel Emídio, no dia 03 de março do ano passado, menos de um mês após o crime. Contra ele pesavam ainda acusações de outros homicídios na Capital.

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