Política

João Mádison diz que entrou em consenso com Limma sobre a CCJ

Com a saída de Wilson Brandão (PP) da Alepi, o PT demonstrou interesse na presidência da CCJ.

Andressa Martins
Teresina
Germana Chaves
Teresina
- atualizado

Com a saída do deputado Wilson Brandão (Progressistas) da Assembleia Legislativa do Estado do Piauí (Alepi) para assumir a secretaria de Mineração, o Partido dos Trabalhadores demonstrou interesse na presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Após o chamamento dos suplentes, o PT se tornou a sigla com maior bancada na Casa.

Em entrevista na manhã desta quarta-feira (8), o deputado estadual João Mádison (MDB) explicou que o acordo feito no início da legislatura pela base aliada é que a CCJ ficaria com o PP em 2019 e com o MDB em 2020.

  • Foto: Helio Alef/GP1João MádisonJoão Mádison

O deputado Francisco Limma, líder do governo na Alepi, entendeu que o espaço havia sido destinado para Brandão e não para o partido e quis pleitear a vaga. Com base no acordo feito anteriormente, Mádison conversou com Limma para um consenso acerca do caso.

“Na Assembleia funciona o consenso, a unidade. Nós já conversamos com o Limma, chegamos a um bom senso e dentro desse bom senso, aqui nessa Assembleia, sempre os acordos feitos a gente tem que cumprir para que não haja problema lá na frente”, afirmou.

Indicação do PP

Mádison explicou ainda que os deputados vão aguardar dez dias pela indicação de um dos deputados do Progressistas para a assumir a vaga que era de Brandão. O deputado Hélio Isaías (Progressistas) participou da reunião com o Mádison e Limma.

“Fizemos algumas ponderações e o Limma entendeu, é um homem inteligente, isso não vai criar problema nenhum com o governo, porque o governo tem uma maioria significativa. O Hélio Isaías participou da reunião. Vamos esperar até a próxima semana na cordialidade porque somos todos da base aliada do governo”, disparou Mádison.

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