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Joaquim do Arroz diz que Wellington vai ajudá-lo a escolher partido

Joaquim do Arroz tem buscado um partido para se filiar no próximo ano. Ele explicou que a decisão deverá passar pelo governador Wellington Dias.

Bárbara Rodrigues
Teresina
Germana Chaves
Teresina
- atualizado

O vereador Joaquim do Arroz (sem partido) afirmou nessa quinta-feira (12) que o governador Wellington Dias (PT) vai orientar a sua escolha sobre o partido que deverá se filiar em 2020 e ainda disse que o seria “natural” o seu retorno ao Progressistas.

Joaquim do Arroz tem buscado um partido para se filiar no próximo ano. Ele explicou que a decisão deverá passar pelo governador Wellington Dias, mas negou a possibilidade de se filiar ao Partido dos Trabalhadores.

  • Foto: Lucas Dias/GP1Joaquim do ArrozJoaquim do Arroz

“Tenho que ouvir o governador, que tem sido um parceiro nos meus projetos, isso tudo tem que ser visto e valorizado. A última conversa que tive com ele, foi para ele me dar um norte. Nunca pedi para ele para entrar no PT, mas apenas uma orientação, o que é normal em uma parceria política”, explicou.

Joaquim do Arroz, que faz oposição ao prefeito Firmino Filho (PSDB), afirmou que poderia se filiar novamente ao Progressistas, partido que faz parte da base do prefeito. Segundo o vereador, a legenda respeita a decisão dos filiados e aceitaria o fato dele atuar de forma independente.

“Veja bem, todo mundo fala muito na questão do PP que é o único que respeita a ideologia do político, dá a liberdade do político se expressar. Então como sou um vereador independente, me colocam muito no PP devido a essa questão. Até por ter essa proximidade com o senador [Ciro Nogueira] e de ter vindo do PP. Não deixaria de ser um caminho natural, além do mais estaria em uma casa onde sou querido e que está de portas abertas para mim, mas não avaliei essas questões, pois ainda tem muita movimentação política”, destacou.

O parlamentar ainda criticou o fato de muitos partidos não estarem recebendo vereadores que teriam muitos votos em 2020, pois isso poderia prejudicar os demais membros da chapa. “Eu acho que é um absurdo, diante da democracia, se criar um teto e o povo está vendo isso. Acho que o vereador tem que trabalhar muito pela cidade e a consequência do bom trabalho é o reconhecimento. Então quer dizer que eu iria passar 3 anos ou 4 anos sem trabalhar para Teresina, para poder ter pouco voto, para então poder ser aceito? Isso para mim não funciona”, criticou.

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