A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, visitou a sede do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) em Teresina neste sábado (07). Acompanhada do ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, ela falou à imprensa sobre as ações conduzidas pela pasta na preservação e conservação do meio ambiente no Piauí e Brasil.
Segundo Marina Silva, há um projeto para melhorar as condições de trabalho no IBAMA e ICMBIO, para que os órgãos se tornem cada vez mais úteis para a sociedade, especialmente diante dos eventos climáticos extremos registrados em todo o país. “Estamos trabalhando cada vez mais as equipes especializadas para eventos extremos, seja de onda de calor, seja de seca, seja de chuva. Nós temos o plano de prevenção e controle do desmatamento da Caatinga e do Cerrado”, afirmou a ministra do Meio Ambiente.
A chefe da pasta alertou também para as ações de preservação necessárias na região do Matopiba, que abrange o Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. “Esse desafio tem que ser pensado olhando para o fato de que se não preservar as áreas que ainda tem floresta, que ainda tem a mata, a gente vai ter um problema hídrico grave que já vem se aprofundando. Por isso que é fundamental, inclusive, a criação de unidades de conservação”, disse Marina Silva.
Nessa sexta-feira (06), a ministra lançou planos de combate à desertificação, que beneficia municípios do Piauí. O ministro Wellington Dias declarou que o Ministério do Desenvolvimento Social segue empenhado na colaboração com o Ministério do Meio Ambiente, trabalhando de forma integrada para alcançar bons resultados.
“Ontem, conversamos com o governador Rafael, a importância de o Piauí sair na frente e apresentar o seu plano, e ali, junto com a comunidade, com os municípios, com os técnicos, nossos cientistas, como que a gente pode dar as mãos ali, aqui a Thais, no Ibama, o ICMBio, todas as áreas, como que a gente pode garantir ali essa prioridade. Então o MDS junto com o Ministério do Meio Ambiente e outras áreas estamos prontos para trabalhar”, frisou o ministro.
Carolina Matta
Francielle Barroso
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