GP1

Polícia

Polícia Civil do Piauí pede apoio da PF para prender Marcos Vitor

O estudante de medicina teve a prisão preventiva decretada e agora é considerado oficialmente foragido.

Após a Justiça decretar a prisão preventiva de Marcos Vitor Aguiar Dantas Pereira, a Polícia Civil do Piauí solicitou apoio da Polícia Federal para conseguir capturar o estudante de medicina, que agora é considerado oficialmente foragido, sob acusação de ter abusado sexualmente de duas irmãs e duas primas.

O GP1 apurou que uma das medidas já adotadas pela PF foi a de emitir alerta nos aeroportos brasileiros, considerando o risco de Marcos Vitor sair do país, uma vez que ele possui visto para os Estados Unidos.

Foto: Reprodução/InstagramEstudante Marcos Vitor
Estudante Marcos Vitor

O acusado de estupro não foi localizado sequer para ser intimado a depor junto à Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), que investiga o caso.

A prisão preventiva do estudante foi decretada no último dia 07 de outubro pelo juiz Valdemir Ferreira Santos, da Central de Inquéritos de Teresina. O magistrado já havia decretado segredo de Justiça no inquérito que investiga o caso.

Polícia pede apoio da população

Em entrevista ao GP1 hoje mais cedo, o delegado geral da Polícia Civil do Piauí, Luccy Keiko, dez um apelo à população para o caso de alguém souber do paradeiro de Marcos Vitor. Quem tiver qualquer informação, pode entrar em contato pelo telefone fixo (86) 3216-5225 ou através de e-mail, clicando neste link.

Entenda o caso

O GP1 publicou reportagem no dia 22 de setembro revelando o caso de Marcos Vitor, acusado de abusar sexualmente de crianças e adolescentes da própria família. A vítima mais nova é irmã do estudante e tem apenas 3 anos de idade. A DPCA instaurou inquérito e não conseguiu localizar o suspeito para intimá-lo, até que foi decretada sua prisão preventiva.

Ver todos os comentários   | 0 |

Facebook
 
© 2007-2021 GP1 - Todos os direitos reservados.
É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita do GP1.