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Saúde

João Doria: flexibilizações voltarão a considerar indicadores regionais

Governador crê que a pandemia nas cidades paulistas está sob 'relativo controle'.
Por Estadão Conteúdo

Eventuais novas flexibilizações de medidas de restrição em São Paulo voltarão a levar em conta indicadores da covid-19 em cada região do Estado, disse o governador João Doria (PSDB) à agência Reuters nesta quinta-feira, 22. Na visão dele, a pandemia nas cidades paulistas está “sob relativo controle”.

“Eu diria que (a pandemia) está sob relativo controle, porque nós conseguimos, graças às medidas do Plano São Paulo uma redução no número de pessoas infectadas e, consequentemente, menor ocupação nos chamados leitos primários dos hospitais públicos e privados e uma menor ocupação também nos leitos de UTI”, disse Doria na entrevista.

“A tendência é que essa redução continue se acentuando nas próximas duas semanas, o que poderá permitir que, dessa fase de transição, venhamos para a fase laranja, que é menos restritiva do que a fase vermelha, na qual estávamos, e bem menos restritiva do que a fase emergencial”, acrescentou o governador, que apontou a volta para análise região a região com uma eventual fase laranja.

Segundo dados da Secretaria de Saúde paulista citados pela Reuters, o Estado vem registrando há três semanas queda na média diária de novas internações por covid-19 e há uma semana na média diária de novos casos. A média diária de novas mortes, no entanto, continua subindo.

A partir do próximo dia 24, estão autorizados bares e restaurantes, salões de beleza, barbearias e atividades culturais, como museus, clubes e parques, também respeitando o horário de 11h às 19h. Na mesma data, estará permitido o funcionamento de academias, em intervalos de 7h às 11h e de 15h às 19h. Apesar da flexibilização, essas atividades também precisam respeitar a lotação máxima de 25% e seguir a "aplicação de protocolos sanitários rigorosos".

O governador avaliou na entrevista que a flexibilização está sendo monitorada pelo Centro de Contingência e que não há expectativa de que ela leve a uma piora nos indicadores. “Esperamos que as pessoas tenham responsabilidade e tenham consciência que essa abertura depende delas”, disse ele.

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