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Bolsonaro sobre massacre: "Monstruosidade e covardia sem tamanho"

Ele utilizou o Twitter para se manifestar oficialmente sobre o ocorrido na escola Raul Brasil.

O presidente Jair Messias Bolsonaro, utilizou o Twitter para se manifestar oficialmente sobre o massacre ocorrido na manhã desta quarta-feira (13), na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, na grande São Paulo.

“Presto minhas condolências aos familiares das vítimas do desumano atendado ocorrido hoje na Escola Professor Raul Brasil, em Suzano, São Paulo. Uma monstruosidade e covardia sem tamanho. Que Deus conforte o coração de todos”, escreveu o presidente.

O massacre deixou oito pessoas mortas além dos dois atiradores, identificados como Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, e Luiz Henrique de Castro, de 25 anos que se suicidaram assim que a polícia adentrou na escola. Eles são ex-alunos do colégio.

Foram mortos: Marilena Ferreira Vieira Umezo, coordenadora pedagógica; Eliana Regina de Oliveira Xavier, funcionária da escola; Pablo Henrique Rodrigues, aluno; Cleiton Antonio Ribeiro, aluno; Caio Oliveira, aluno; Samuel Melquíades Silva de Oliveira, aluno; João Vitor Ramos Lemos, aluno; Jorge Antônio de Moraes, comerciante, tio de um dos atiradores e morto antes da entrada deles na escola.

Entenda o caso

Os atiradores chegaram em um carro por volta das 9h30 desta quarta-feira (13) na escola. Eles invadiram a escola e atiraram primeiramente em uma funcionária da instituição. Antes de chegarem à escola, Guilherme Taucci atirou no tio Jorge Antônio de Moraes, dono de uma loja de automóveis, e levou um carro. Ele chegou a ser levado a um hospital, mas não resistiu e morreu.

"Eles ingressaram na escola, atiraram na coordenadora pedagógica, atiraram numa outra funcionária. Estava na hora do lanche, eles se dirigiram ao pátio, atiraram em cinco quatro alunos do ensino médio. Nesse horário, só havia alunos do ensino médio, e [os autores do ataque] dirigiram-se ao centro de línguas. Os alunos do centro de línguas se fecharam na sala com a professora e eles [criminosos] se suicidaram no corredor", disse o coronel Marcelo Salles, comandante-geral da PM.

Armas

A polícia encontrou, após o ataque, um arsenal de armas na escola. Foram encontrados um revólver 38, quatro jet luders, que são plástico para recarregamento de arma, uma besta (um tipo de arco e flecha que dispara na horizontal), um arco e flecha tradicional e garrafas que aparentam ser coquetéis molotov e um machado que foi usado por Guilherme.

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