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CPMI do INSS pede ao STF uso de tornozeleira eletrônica para o filho do presidente Lula

No documento encaminhado ao STF, os congressistas solicitam ainda a retenção do passaporte de Lulinha.

Um grupo de congressistas integrantes da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS protocolou um pedido no Supremo Tribunal Federal (STF) solicitando medidas para impedir que o empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, deixe o Brasil. Ele é filho do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A iniciativa foi articulada pelo líder do Partido Novo na Câmara dos Deputados, Marcel van Hattem (RS), e conta com a assinatura do relator da CPMI, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), além de outros parlamentares da oposição.

“Acabamos de protocolar pedido de colocação de tornozeleira eletrônica e a retenção do passaporte do Lulinha ao ministro André Mendonça, do STF, e ao Procurador-Geral da República, Paulo Gonet!”, escreveu Marcel nas redes sociais.

No documento encaminhado ao STF, os congressistas solicitam a retenção do passaporte de Lulinha e a imposição de monitoramento eletrônico por meio de tornozeleira.

Também assinam a representação os deputados Luiz Lima (Novo-RJ) e Adriana Ventura (Novo-SP), além dos senadores Eduardo Girão (Novo-CE) e Rogério Marinho (PL-RN). O pedido foi direcionado ao ministro André Mendonça, a quem cabe analisar a solicitação.

Na justificativa apresentada ao Supremo, os parlamentares defendem que as medidas são necessárias para evitar que Lulinha deixe o país em direção a Madri, capital da Espanha, onde ele vive desde meados deste ano. Segundo os congressistas, a restrição garantiria a eventual necessidade de esclarecimentos no âmbito das investigações conduzidas pela CPMI do INSS.

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