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Presidente da CBF é acusado de usar dinheiro da entidade para 'bancar' mulheres

Presidente da entidade ainda não se pronunciou sobre as informações divulgadas pela imprensa.

O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Samir Xaud, passou a ser alvo de questionamentos após uma reportagem apontar que mulheres próximas ao dirigente teriam utilizado hospedagens e serviços vinculados à entidade durante viagens internacionais.

Casado há cerca de 20 anos com Natalia Xaud, o dirigente teve seu nome associado, após informações serem divulgadas pelo jornalista Leo Dias e envolverem despesas de hospedagem e logística associadas a compromissos realizados no exterior com outras mulheres.

Foto: Paulo Vitalino/GP1 EsporteSamir Xaud, presidente da CBF
Samir Xaud, presidente da CBF

Viagens para Copa

Samir Xaud assumiu a presidência da CBF como candidato único e atualmente acompanha a disputa da Copa do Mundo de 2026. De acordo com a publicação, a empresária Camila Cristina Andrade, natural de Roraima mesmo estado de Samir Xaud, ficou hospedada em Nova York entre os dias 2 e 10 de junho em uma reserva supostamente vinculada ao presidente da CBF.

Segundo a reportagem, a hospedagem ocorreu no hotel Hyatt Regency Grand Central e teria gerado uma despesa superior a R$ 59 mil. Camila foi vista ao lado de Xaud durante um jantar em Manhattan e utilizou o mesmo veículo contratado para atender ao dirigente durante sua permanência na cidade.

Foto: Reprodução/Portal Leo DiasSamir Xaud teria custeado hospedagens de mulheres próximas com recursos da CBF.
Samir Xaud teria custeado hospedagens de mulheres próximas com recursos da CBF.

Outro caso citados

As informações também mencionam uma viagem realizada em dezembro do ano passado pela influenciadora digital e farmacêutica Tamires Fernandes Barcellos, conhecida nas redes sociais como Tata Barcellos.

Segundo o jornalista, ela viajou para Doha, no Catar, para acompanhar a final do Mundial Interclubes. A hospedagem teria sido realizada no hotel The Ritz-Carlton Doha, com uma reserva em seu nome e cobrança atribuída à CBF.

Até o momento, a Confederação Brasileira de Futebol e Samir Xaud não divulgaram posicionamento público sobre as informações apresentadas na reportagem.

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