Eduardo Bolsonaro
Nascimento: 10/07/1984
Partido: PSL
Profissão: Policial
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Eles criticam o fato de o ex-presidente está detido na sede da PF e não em prisão domiciliar.
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Durante visita à Israel, o deputado acusou Lula de favorecer o Hamas em meio à tensões diplomáticas.
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Dino disse que não existe mandato de Miami; A Constituição determina que Brasília é a sede dos Poderes
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Além de Netanyahu, o deputado se encontrou com autoridades do alto escalão do país.
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A decisão foi tomada após a Mesa Diretora concluir que o parlamentar votou de fora do país.
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Após a prisão de Bolsonaro e articulações dentro do PL, Eduardo muda discurso sobre Tarcísio.
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Objetivo é verificar a legalidade e as condições de onde o preso está após o início da execução da pena.
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Advogados do ex-presidente enviaram a lista ao ministro Alexandre de Moraes.
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“Ele o coloca na cadeia para assassiná-lo, é um plano de tortura”, declarou o deputado.
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O deputado atribuiu os méritos da decisão à política interna dos EUA, e não à diplomacia brasileira.
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O parlamentar acumula dívida de mais de R$13,9 mil com a Câmara por faltar em sessões no Brasil.
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O empresário acusou o ministro Alexandre de Moraes de ter “destruído a democracia brasileira”.
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Nas redes sociais, Eduardo afirmou ser uma “satisfação imensa” reencontrar o sheik.
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Segundo ele, pesquisas internas do PP apontam o governador Tarcísio de Freitas como o melhor nome.
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Eduardo Bolsonaro classificou a medida, após o voto de Moraes, como uma “caça às bruxas".
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Até o momento, o placar está em 3 a 0 a favor do recebimento da denúncia.
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Em seu voto, Moraes citou especificamente a aplicação de tarifas de exportação ao Brasil.
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Além de Moraes, votam mais quatro ministros e a análise vai até o dia 25 de novembro.
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Ele mora nos Estados Unidos e é considerado foragido pela justiça brasileira.
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De acordo com Eduardo, caso o irmão não seja candidato ao Senado por SC, a direita pode ser prejudicada.
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“O Tarcísio é o candidato do sistema. É o cara que o Moraes quer", afirmou o deputado, que está nos EUA.
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A DPU argumentou que a acusação da PGR se apoia apenas em declarações públicas do deputado.
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O resultado foi de 11 votos a favor do arquivamento e 7 contrários.
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A decisão ocorre um dia após o término do prazo para que Eduardo nomeasse seu advogado.
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Em publicação nas redes sociais, Eduardo divulgou um vídeo ao lado do jornalista Paulo Figueiredo.
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O pedido foi feito pelos deputados Lindbergh Farias (PT-RJ) e Talíria Petrone (PSOL-RJ).
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Para ele, a atuação do parlamentar nos EUA contra autoridades brasileiras “não constitui infração ética”.
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Ele criticou as articulações que buscam um nome para substituir o ex-presidente Jair Bolsonaro.
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Deputado disse que as empresas e instituições financeiras brasileiras "terão de se adequar às sanções".
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“Eu acho que há um espaço, há robustez em uma candidatura com o sobrenome Bolsonaro", declarou.
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Eduardo também defendeu o pai e criticou a situação judicial de Bolsonaro, atualmente condenado pelo STF.
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Pedido de prisão foi protocolado pelos deputados Lindbergh Farias (PT-RJ) e Talíria Petrone (PSOL-RJ).
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Na petição, Lindbergh argumentou que a escolha compromete a lisura do processo.
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A denúncia, protocolada em 22 de setembro, acusa Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo do crime de coação.
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O ministro também decidiu pelo desmembramento do processo em relação aos dois investigados.
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Marcelo Freitas iniciou sua carreira parlamentar eleito pelo PSL, partido que elegeu Jair Bolsonaro.
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Freitas é aliado da família Bolsonaro e estava entre os sorteados para compor a lista de relatoria.
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A representação foi apresentada pela bancada do PT, que pede a cassação do mandato do parlamentar.
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Eduardo compartilhou nas redes sociais uma foto do encontro com a legenda: “Todos pela anistia”.
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O parlamentar permanece nos Estados Unidos, alegando estar em “exílio político”, e acumula faltas.
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