A sigla anunciou também que não irá apoiar Fernando Haddad, do PT, no segundo turno e recomendou explicitamente que seus filiados e simpatizantes não votem em Jair Bolsonaro, do PSL.
"Queremos unir os democratas do Brasil, os que têm atenção aos mais pobres. Queremos um projeto amplo para o Brasil, mas que busque justiça social", declarou.
No último levantamento, divulgado no dia 26 de setembro, o Crusoé/Paraná Pesquisas mostrava o presidenciável Jair Bolsonaro com 31,2% das intenções de votos.
Mais uma vez, os candidatos que ocupam posições intermediárias nas pesquisas tentaram se colocar como alternativas à polarização entre Bolsonaro e Haddad.
Para evitar uma disputa entre Haddad e Bolsonaro em um eventual segundo turno, internautas pedem renúncia do petista e junção das candidaturas de Marina, Alckmin e Ciro.
Em relação à pesquisa anterior, divulgada na segunda-feira, os principais candidatos apenas oscilaram dentro da margem de erro: Bolsonaro e Haddad ganharam um e dois pontos, respectivamente.
"Vamos usar a liberdade que temos não para votar pelo medo, mas votar para melhorar, unir e pacificar o Brasil. Eu estou pronta para unir o Brasil e pacificar o Brasil" disse.
“O Mourão já disse que as mães e as avós são uma indústria de filhos desajustados, ele não tem credibilidade para dar opinião sobre política no Brasil” criticou.
“Com o dinheiro da corrupção a gente pode pagar uma bolsa para os jovens não saírem da escola, eu estou aqui para anunciar em primeira mão o programa Renda Jovem", anunciou.
Em solo teresinense, Marina vai lançar o Programa Renda Jovem, na Vila Irmã Dulce, às 15h e, logo em seguida, a presidenciável vai conceder entrevista coletiva.
"Uma eleição em dois turnos é para que a gente não se curve ao pensamento autoritário de decidir no primeiro. É para que a pessoa vote de acordo com seu coração", disse.