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Estatal aposta em novos serviços e prevê ajuda financeira do governo nos próximos anos.
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Relatório do TCU aponta prejuízo concentrado e alerta para gestão e eficiência no setor público.
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Além disso, a receita bruta da estatal caiu 11,35%, totalizando R$ 17,3 bilhões em 2025.
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Projeções da LDO indicam resultados negativos e apontam riscos no cenário econômico.
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Apenas no primeiro semestre de 2025, os Correios acumularam prejuízo de R$ 4,4 bilhões.
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De acordo com a empresa, as mudanças serão aplicadas apenas para as futuras contratações.
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Entidade critica mudança na carga horária e aponta risco de sobrecarga aos trabalhadores.
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Apesar disso, a expectativa ainda é de que a empresa registre prejuízo significativo em 2026.
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O governo aguarda os primeiros resultados do plano de recuperação financeira em andamento.
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O novo endereço da agência fica localizado na Rua Aviador Irapuan Rocha, 1640, bairro Fátima.
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Os primeiros leilões estão marcados para os dias 12 e 26 de fevereiro e irão ofertar 21 imóveis.
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TCU vai examinar contrato bilionário, suspeitas contábeis e documentos sobre déficit previdenciário.
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Estatal informou que a medida faz parte do plano de reestruturação, visando sustentabilidade financeira.
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A medida ocorre em meio à execução do plano de recuperação financeira da empresa.
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Em dezembro de 2025 o presidente dos Correios, Emmanoel Rondon, detalhou o plano para recuperação.
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Os dados constam no Boletim de Estatísticas Fiscais, divulgado nesta terça-feira (30).
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Quase 18 mil processos foram registrados contra a empresa entre 2024 e 2025.
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A proposta reúne ações voltadas tanto para a redução de custos quanto para o aumento das receitas.
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Em coletiva de imprensa, o presidente dos Correios falará sobre pedido de empréstimo bilionário.
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A contratação foi formalizada nesta sexta (26) e publicada em edição extra do Diário Oficial da União.
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Ao todo, 18 sindicatos dos Correios recusaram os termos do acordo e 16 aprovaram.
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Com o aval oficial, os Correios estão aptos a assinar os contratos com os bancos.
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Para que a operação avance, porém, ainda é necessária a aprovação do Tesouro Nacional.
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A greve ocorre em um contexto de dificuldades financeiras da estatal, com um prejuízo de R$ 6 bilhões.
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A direção da empresa trabalha com duas possibilidades: aporte do Tesouro ou financiamento bancário.
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Decreto de Lula prevê garantia da União e estabelece plano de reestruturação para recuperar a estatal.
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A quantia havia sido concedida em 2024 como parte do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).
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A empresa informou ainda que passou a avaliar alternativas ao empréstimo de R$ 20 bilhões.
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Categoria também confirmou participação em duas mobilizações nacionais previstas para os próximos dias.
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O Tesouro Nacional reprovou a taxa de juros de 136% do CDI (cerca de 18% ao ano, com a Selic em 15%).
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O senador também solicita a interrupção imediata de qualquer procedimento relacionado à transação.
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As condições financeiras não foram detalhadas, pois seguem em negociação com as instituições.
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O Correios integra grupo de estatais que acumularam déficit de R$6,35 bilhões até outubro deste ano.
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Dário Durigan também cobrou do presidente da empresa a apresentação de um plano de recuperação.
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O plano, aprovado pelo conselho da empresa na quarta-feira (19), está dividido em três etapas.
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O plano de ajustes foi apresentado nesta sexta-feira (14) ao Tribunal de Contas da União (TCU).
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O Tribunal ampliou a fiscalização para empresas que podem impactar as contas públicas.
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Em sua solicitação, Flávio requer que o TCU suspenda as negociações até que o Senado analise os termos.
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O montante é três vezes maior que o resultado negativo registrado no mesmo período do ano passado.
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Gestão deficiente, prejuízos bilionários e risco à continuidade dos serviços preocupam auditores.
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