Os policiais são cedidos através de um convênio que existe entre a Polícia Militar e o Estado, através da Coordenadoria de Desenvolvimento Social e Lazer (CDSOL), responsável pelo parque.
"(...) porque essa versão que saiu aí dizendo que era nós que tinha matado ele (sic) é mentira, foram eles que mataram o preso asfixiado de bomba de efeito moral", afirmou o detento.
Os dois policiais envolvidos na ação conseguiram uma liminar e já estão em liberdade. Eles estão trabalhando na parte administrativa até a conclusão do processo.