Os irmãos Batista são investigados pelo uso indevido de informações privilegiadas em transações no mercado financeiro ocorridas entre abril e 17 maio deste ano.
As doações devem ser feitas no Hemopi (Centro de Hematologia e Hemoterapia do Estado do Piauí) e os doadores precisam dizer que a doação é para Genésio Neto.
O ministro é um dos mais duros críticos à delação de executivos do grupo J&F, que tem sido questionada pela defesa do presidente Michel Temer, alvo de uma segunda denúncia de Janot.
A decisão fortalece a presença da família Batista na empresa e contraria pedido do segundo maior acionista da companhia, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Uma guarnição que passava no local no momento da ação dos criminosos conseguiu impedir que os suspeitos conseguissem estourar o caixa, mas eles terminaram fugindo.