Em nota, eles afirmam que receberam a decisão com surpresa e estranheza e que a gestão do município é reconhecida pela correta aplicação dos recursos públicos.
"(...) nosso governo só fez receber o recurso e fazer os procedimentos iniciais, nós não gastamos um tostão desse dinheiro que ficou depositado em uma conta”, afirmou.
“Na verdade, eles estão dizendo que não tem previsão para o pagamento dos técnicos e dos enfermeiros. Foram pagos só os médicos e os maqueiros”, afirmou a denunciante.
Aydon Aristóteles, que havia trabalhado na Polícia Militar do Piauí, atualmente, era lotado na Polícia Civil do Maranhão e também atuava como tatuador.