"Vamos analisar os planos de governo dos atuais concorrentes ao Governo do Piauí, no âmbito social. Ambiental e econômico. Como também vamos esperar uma posição nacional", ponderou
Teresa Britto, que diariamente mantém atividades políticas em Teresina, está confiante que os piauienses irão provocar uma grande renovação na política piauiense.
De acordo com Teresa Britto, o crime organizado ocorre de várias formas no Piauí, como através do roubo de cargas ou grilagem de terras, mas as ações da polícia ainda são tímidas.
"Como governadora quer levar a importância da adoção às famílias e, principalmente, fazer com que as crianças possam ter uma referência familiar", disse.
Na faculdade particular, o debate com os demais candidatos foi específico para alunos do curso de história, mas professores e estudantes de outros cursos também participaram.
Segundo a vereadora, é muito difícil para os candidatos denunciar publicamente a compra de votos e o uso da máquina administrativa porque as pessoas não querem testemunhar.
Segundo ela, o que há de dinheiro investido é oriundo do Governo Federal, através do Fundo de Participação dos Estados e Municípios, Previdência Social e o Bolsa Família.
Para a vereadora, o Estado precisa integrar várias políticas públicas para impedir que a droga encontre o cidadão, principalmente, promovendo uma educação de qualidade.
Segundo ela, o povo vai perceber que alguns candidatos usam "máscaras" tentando confundir a opinião pública com falsas informações e promessas surreais.
Ela disse que há seis anos é vereadora de Teresina e até hoje a Prefeitura Municipal não realizou obras importantes solicitadas por ela e pelas comunidades.
Teresa Britto acredita que o candidato que não conversa com o povo, não sabe quais os problemas de cada região e, caso chegue ao governo, será incapaz de desenvolver o estado.
Acompanhada dos candidatos a deputado estadual Judson Barros, e a federal, Cleoplinio Dias e José Ribamar Rocha, Teresa Britto conversou com várias famílias.
"Também não sabe se vai ter espaço para ser candidato, por que se não vota no partido como é que vai conseguir legenda para se candidatar?", questionou Teresa.
Ismar esclareceu o motivo de ter deixado o partido: "Eu realmente sai do PCB, isso foi devido a proibição da Executiva Nacional da minha candidatura ao Governo do Piauí".