“Ele [Merlong Solano] não merece comentários. Faço apenas uma citação do filósofo grego Aristóteles, ‘a grandeza não consiste em receber honras, mas em merecê-las’”, disse o ex-governador.
“A população muitas vezes dá respostas e o Wilson Martins recebeu uma resposta dura da população em 2014, quando ele imaginou que poderia isolar o PT e articulou muito nesse sentido", disse e
“Eu vejo com bons olhos esta aproximação. Agora, no contexto estadual, sempre isso é mais complexo, pois as coligações obedecem também a outros interesses e circunstâncias localizadas", disse
O inquérito é para a adoção de providências no sentido de apurar práticas de atos de improbidade administrativa por parte do ex-governador Wilson Martins.
"Queremos saber como o partido deve caminhar em 2018. Ouvir como está o partido no contexto das forças políticas de todo o estado”, disse o ex-governador.
A pauta foi meramente política com foco voltado para as eleições de 2018 já que o ex-governador tem sido um dos principais articuladores da oposição piauiense.
“É uma discussão [aliança entre PT e PSB] que há a nível nacional e certamente acho que o PSB tem afinidade ideológica com campo político a qual eu faço parte", colocou o governador.
“Não merece comentário [as colocações de Cícero Magalhães]. Ao contrário do que ele disse, foi uma das poucas verdades que ele [Lula] falou”, rebateu Wilson.
"Foi a única vez que eu vi o ex-presidente faltar com a verdade, quando afirmou que Wilson era bom para o Piauí e que era o melhor candidato", disse o deputado.
“O PT deixou muito a desejar nos quesitos gestão, transparência, probidade, moral e ética. Proporcionou a maior corrupção já registrada no planeta", disse o ex-governador.
"Jamais deixarei o PSB, mas ninguém me obrigará dentro do Partido, a fazer algo contra a minha vontade, meus sentimentos ou minha consciência, como por exemplo, votar no PT!", disse o ex-gove
“Não podemos fechar portas, nós já apoiamos a candidatura do governador Wilson Martins na eleição passada, no segundo turno, acho que fomos decisivos naquela eleição”, declarou.
“Deverei seguir na presidência, nenhum outro nome se apresentou e os correligionários sinalizaram simpatia para que eu siga no cargo”, disse Wilson Martins ao GP1.
"Em Teresina, com o Firmino Filho, estamos convictos de que ele vai ficar na oposição. Ainda tem o Dr. Pessoa que na Assembleia, se mantém de maneira independente", disse o ex-governador.
"As arestas com a executiva nacional não vão prejudicar o nosso bom relacionamento. Independente de ficar em partidos, de sair de partido, nós estamos irmanados", disse o ex-governador.
“Se tiver expulsão e aí? No momento em que as pessoas vão para Conselho de Ética por corrupção ou outras questões, mas você ir por rebeldia talvez seja até mérito", disse o deputado.