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A orientação reforça que esses produtos devem ser utilizados apenas conforme as indicações da bula.
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O pedido de urgência ao Projeto de Lei nº 68/2026 foi apresentado pelo próprio autor da proposta.
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Os casos envolvem fármacos da classe dos agonistas do GLP-1, indicados para o tratamento da diabetes.
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A Anvisa informou que está tentando localizar as empresas responsáveis para obter esclarecimentos.
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Batizada de Operação Esculápio, a ação cumpriu um mandado de busca e apreensão em um imóvel.
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Segundo a agência reguladora, o produto foi reprovado no teste Estafilococos Coagulase Positiva (ECP).
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Conforme a Anvisa, os produtos apresentam propagandas irregulares com alegações terapêuticas.
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A resolução atende a uma determinação do STJ, que ordenou à União, que regulamentasse o tema.
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A agência reguladora também determinou a apreensão dos lotes do produto disponíveis no mercado.
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A determinação foi publicada no Diário Oficial da União dessa quinta-feira (22).
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A decisão foi tomada após o órgão constatar que o produto é vendido sem identificação da empresa.
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Kellen começou a apresentar sintomas após o uso do medicamento para emagrecimento sem prescrição médica.
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Segundo a agência, os produtos contêm ingredientes que não tiveram a sua segurança comprovada para uso.
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A decisão da agência foi oficializada no Diário Oficial da União nesta sexta-feira (16).
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A indicação é para adultos e adolescentes a partir de 12 anos, com peso mínimo de 35 kg.
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O medicamento trata-se do Leqembi, voltado a pacientes diagnosticados na fase inicial da doença.
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A proibição ocorreu após a identificação de uma toxina que pode causar vômito e diarreia nas crianças.
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O objetivo central da pesquisa, é garantir a soberania brasileira na produção e no processamento.
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O órgão brasileiro recebeu notificação do Sistema de Alerta Rápido para Alimentos e Rações.
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Medida inclui a proibição da fabricação, comercialização, distribuição, importação, propaganda e uso.
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A alulose não consta na lista de substâncias autorizadas pela Anvisa para o uso como adoçante.
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Agência determinou a retirada de remédios Needs e Bwell de todas as drogarias do Brasil.
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Entre os alvos da medida estão itens que anunciavam supostos efeitos terapêuticos sem comprovação.
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Os produtos, classificados como anabolizantes sintéticos usados para ganho de massa muscular
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Na época a Anvisa não tinha autorizado a comercialização do medicamento no Brasil.
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De acordo com o órgão, o recolhimento é preventivo e busca garantir a segurança dos consumidores.
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São cumpridos 24 mandados de busca e apreensão em 4 estados brasileiros.
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Butantan-DV será aplicada inicialmente em pessoas de 12 a 59 anos.
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Antes do início dos estudos, a instituição ainda passará por uma inspeção presencial da Anvisa.
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Segundo a agência, o objetivo da proibição é impedir o uso inadequado dessas substâncias.
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O produto não pode mais ser comercializado, distribuído, fabricado, divulgado ou consumido no país.
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A agência orienta que qualquer irregularidade seja denunciada pelo site gov.br/anvisa.
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A ação foi tomada após uma denúncia que apontou irregularidades na origem do produto.
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As ações incluem suspensão da fabricação, distribuição e comercialização, além de apreensão.
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Medidas atingem oito itens da marca Golden CBD Plus e outros medicamentos sem autorização de venda.
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A decisão ocorre pouco mais de uma semana após a Anvisa determinar o recolhimento de 78 cosméticos.
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O laboratório Cristália foi o primeiro a solicitar à Anvisa a permissão para produção.
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A medida proibiu a fabricação, distribuição, comercialização, propaganda e uso de todos os produtos.
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Os produtos estão com a fabricação, venda, distribuição e uso suspensos em todo o Brasil.
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A Anvisa constatou que os suplementos eram fabricados em um estabelecimento insalubre.
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