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Resultado é o pior em quase 30 anos e pressiona meta fiscal do governo para 2026.
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A medida aprovada amplia acesso a financiamento e tenta sustentar a produção e empregos no país.
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Despesas com pessoal seguem predominantes e concentram maior parte dos recursos do sistema.
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O resultado representa uma melhora em relação ao mesmo mês de 2025.
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Com o resultado, a DPF inicia o ano fora da faixa projetada no Plano Anual de Financiamento.
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Em termos nominais, os tribunais custaram R$ 134,2 bilhões em 2022 e R$ 156,6 bilhões no ano seguinte.
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O aumento da folha reflete a reposição de vagas via concursos públicos quanto o impacto de precatórios.
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O balanço foi divulgado pelo Tesouro Nacional nessa quarta-feira (28), junto a estimativa para este ano.
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Segundo o órgão, o aumento foi puxado pela emissão líquida de títulos, no valor de R$ 59,93 bilhões
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A medida ocorre em meio à execução do plano de recuperação financeira da empresa.
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Segundo o documento, a exclusão parcial dessas despesas cria espaço orçamentário para outras áreas.
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O déficit acontece quando as despesas do governo superam a receita obtida com impostos e tributos.
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Em coletiva de imprensa, o presidente dos Correios falará sobre pedido de empréstimo bilionário.
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A operação será patrocinada pelo Tesouro Nacional que vai honrar os pagamentos em caso de inadimplência.
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O Tribunal ampliou a fiscalização para empresas que podem impactar as contas públicas.
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A nota B é atribuída a entidades que demonstram uma boa saúde financeira, como é o caso do Piauí.
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Os beneficiados serão agricultores que tiveram prejuízo devido as secas prolongadas e enchentes.
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Segundo o Tesouro Nacional, o déficit foi impulsionado principalmente pelo pagamento de precatórios.
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Alta de 2,77% no mês aconteceu por emissões líquidas de mais de R$ 159 bilhões, segundo o Tesouro.
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Essa estimativa vai até o ano de 2048, e é baseada em cálculo feito pelo Tesouro Nacional.
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Cerca de 70% dessa quantia foi gasta com benefícios do INSS, que teve saldo negativo de R$ 304,6 bilhões.
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Os recursos correspondem a 91% desses investimentos foram custeados com recursos próprios.
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O Tesouro Nacional mostra que o Executivo encerrou o ano de 2024 com um rombo de R$ 43 bilhões.
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Ceron garantiu que tanto a equipe econômica quanto o presidente Lula compreendem a necessidade.
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Os gastos superaram os ganhos, resultando em um déficit primário de R$ 105,2 bilhões, um aumento de 7,4%.
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No entanto, a dívida consolidada do Piauí também registrou crescimento expressivo, com alta de 20%.
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As contas do governo central englobam o Tesouro Nacional, o Banco Central e a Previdência Social.
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Dados são do Relatório Resumido de Execução Orçamentária em Foco dos Estados + DF, do Tesouro Nacional.
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Os dados foram apontados no relatório do Tesouro Nacional, divulgado nesta segunda-feira.
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Média mundial é de 0,4% do PIB. A maior parte dos gastos foi destinada à remuneração dos funcionários.
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Aumento coloca o Piauí entre os três com maior crescimento, juntamente com Amapá e Rio Grande do Norte.
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Número de investidores ativos atingiu a marca de 2.427.088 pessoas, um aumento de 23.598 investidores.
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No acumulado do ano, a dívida pública teve cresciemento de 2,09%, o equivalente a R$ 124,5 bilhões.
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O relatório, correspondente ao 4º bimestre de 2023, foi publicado nesta sexta-feira (20).
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Governo federal destacou que a dívida foi causada pelas emissões líquidas de R$ 144,2 bilhões.
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Os dados do Tesouro Nacional englobam os débitos do governo no Brasil e no exterior.
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Os dados representam um aumento de 10,4% em relação ao déficit de R$ 6,4 bilhões registrado em 2022.
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Os números foram divulgados pelo Tesouro Nacional, nesta quarta-feira (26).
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Dados divulgados pelo Tesouro Nacional nesta quarta apontam que a dívida pública subiu 1,51%.
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Dívida pública é emitida pelo governo federal para para cobrir as despesasque superam a arrecadação.
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