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Ditadora interina promete libertar cerca de 300 detidos ao longo desta semana.
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Decisão permite uso de recursos venezuelanos para custear advogados do ex-ditador e sua esposa.
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Levantamento do ACNUR mostra que apenas 30% consideram retorno em melhores condições.
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Líder cubano afirma que país é soberano e critica pressões políticas e econômicas dos EUA.
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“Reconhecemos legalmente”, disse o presidente norte-americano, Donald Trump.
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O benefício alcançou indivíduos que estavam presos, em prisão domiciliar ou submetidos a outras medidas.
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A declaração foi feita nesta sexta-feira (6) pelo presidente da Assembleia Nacional da Venezuela.
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Maduro foi levado para ser julgado fora do país após uma intervenção militar dos Estados Unidos.
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O bloqueio era uma das maneiras dos EUA pressionarem o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro.
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Na reunião, Delcy defendeu que tal reforma pode impulsionar a economia venezuelana,
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A Venezuela vive um momento cercado por incertezas políticas desde a captura de Maduro.
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A soltura é mais uma das que marcam o processo de libertação de presos políticos.
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As falas foram feitas durante um discurso anual à Assembleia Nacional.
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De acordo como o próprio movimento, o objetivo é “contribuir com a defesa da soberania do país".
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O bloqueio começou em agosto de 2024, depois da polêmica eleição presidencial daquele ano.
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A ofensiva que havia sido justificada como combate ao tráfico, acabou tornando-se uma alavanca comercial.
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O regime sandinista informou no último sábado (10) que estava libertando “dezenas de pessoas”.
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Trump disse que os EUA vão administrar a Venezuela até que haja uma transição de poder no país.
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O auge do desentendimento teria sido uma postagem de Milei comemorando a captura de Nicolás Maduro.
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Apesar da boa relação, Trump está decepcionado com Putin por ainda não ter encerrado a guerra na Ucrânia.
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Segundo informações de ONGs locais, apenas 11 presos ganharam a liberdade.
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Donald Trump afirmou que a cooperação com o governo interino da Venezuela o fez desistir de outro ataque.
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Os envios foram realizados entre 2012 e 2016, quando o comando da ditadura passou de Chávez para Maduro.
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O presidente também anunciou um acordo petrolífero com a Venezuela.
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Teerã, aliada de Caracas, tem sido um dos alvos de ameaças de Trump após a captura e prisão de Maduro.
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Após a operação dos EUA na Venezuela, a Nicarágua também intensificou o controle territorial.
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Atualmente, os Estados Unidos exercem controle direto sobre os termos da transição venezuelana.
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Segundo Volker Türk, a ação norte-americana rompe um princípio básico das relações internacionais.
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González afirma ter vencido as eleições presidenciais de 2024 pelo bloco de centro-direita.
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A medida objetiva evitar a fuga de ativos do país em meio à instabilidade política após prisão de Maduro.
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Na petição inicial, o PT sustenta que se trata de uma acusação repetida e refutada em diversas ocasiões.
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As autoridades brasileiras reforçaram a vigilância, com revista obrigatória a veículos e pedestres.
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Jornal dos EUA aponta 80 mortos após bombardeios. Governo venezuelano diz que número ainda pode aumentar.
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A declaração ocorreu após Trump afirmar que os EUA passariam a "administrar" a Venezuela.
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Lula afirmou que operação americana que capturou Nicolás Maduro ultrapassou “linha inaceitável”.
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A declaração ocorreu após a operação militar dos Estados Unidos e a prisão do venezuelano.
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O processo, contudo, é complexo, pode se arrastar por décadas e até jamais ser concluído.
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A empresa fornece serviço de banda larga móvel por meio de uma rede de satélites em órbita.
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A nota é subscrita pelos governos do Brasil, México, Chile, Colômbia, Uruguai e Espanha.
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O local é conhecido como a “prisão dos famosos”, e abriga atualmente mais de 1,3 mil presos.
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