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Adriana recebe apoio após ato de injúria racial na Libertadores Feminina

Clubes de Futebol, Federações, Jogadores, além da CBF, manifestaram apoio à atacante piauiense de 25 anos

Vic Albuquerque, jogadora do Corinthians, foi quem flagrou uma atleta do Nacional-URU chamando a atacante Adriana de “macaca”, após a camisa 16 marcar o sexto gol da equipe paulista na vitória por 8 a 0, válida pela semifinal da Copa Libertadores Feminina. A partida aconteceu terça-feira (16), em Assunção, no Paraguai.

Após a atitude, que gerou movimentação das jogadoras alvinegras, mas sem movimentação da arbitragem, o sétimo e oitavo gols do Timão foram marcados por manifestações de todo elenco corintiano, que comemorou de punhos cerrados após os gols de Juliete e Grazi.

O ato contra a jogadora piauiense, atacante da seleção brasileira, rendeu manifestações dos clubes brasileiros e de jogadores. O também atacante Marinho, do Santos Futebol Clube, após abrir o placar, de pênalti, contra a Chapecoense também cerrou os punhos após converter a cobrança. Confira a comemoração de Marinho no vídeo.

A atitude gerou debate nas redes sociais das equipes e uma série de clubes, além da Confederação Brasileira de Futebol repudiaram a atitude da jogadora paraguaia.

Natural de União, há 60km de Teresina, Ariana deu os primeiros passos no futebol atuando no Tiradentes-PI, e na sequência foi para o Rio Preto. Em meados de 2017, a jogadora foi transferida para o Corinthians e já conquistou cinco títulos com a equipe. Devido a lesões, a jogadora piauiense não esteve presente nas finais da Libertadores de 2017 e 2019, quando o Timão foi campeão.

O Corinthians enfrenta a Santa Fé, da Colômbia, em Montividéu, no Uruguai, no domingo (21), às 20h.

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