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Governo Trump busca preservar aproximação diplomática com a Venezuela.
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O caso envolve o programa CLAP, sistema de abastecimento alimentar criado pela ditadura venezuelana.
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Relatório apontou aumento de desaparecimentos forçados e denúncias de tortura no país.
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Decisão permite uso de recursos venezuelanos para custear advogados do ex-ditador e sua esposa.
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O congresso do partido teve início na sexta-feira (24) e segue até domingo (26).
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O gesto ocorre em meio ao agravamento do bloqueio econômico e de restrições impostas pelos EUA.
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As declarações fazem parte de um documento interno que orienta a estratégia política para as eleições.
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O partido Vente Venezuela, de María Corina Machado, disse que é necessário reestabelecer a ordem.
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O caso segue em andamento, e o juiz sinalizou que poderá decidir em breve sobre questão dos honorários.
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O defensor do ditador afirmou que foi necessário solicitar uma licença especial para representar Maduro.
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Segundo as autoridades, grande parte do valor foi congelada anteriormente devido a processos penais.
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O ataque se junta a outros realizados pelos EUA na América Latina desde setembro de 2025.
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Medida ocorre após queda de Nicolás Maduro e prevê novas libertações nos próximos dias.
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O chefe de Estado já vinha se posicionando contra a ofensiva dos Estados Unidos na Venezuela.
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A aprovação da lei ocorre cerca de um mês após a captura do ditador Nicolás Maduro por forças dos EUA.
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A informação foi confirmada pelo ministro da Comunicação venezuelano, Miguel Ángel Pérez Pirel.
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Trump também declarou que mantém conversas com o governo cubano que devem resultar em um “acordo”.
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A esposa dele, Cilia Flores, de 69 anos, também deverá estar presente na audiência.
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Presidente da Assembleia Nacional venezuelana prometeu que todos serão soltos após aprovação de anistia.
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Todas as transações do setor petrolífero venezuelano estão liberadas, bem como a celebração de contratos.
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Maduro foi levado para ser julgado fora do país após uma intervenção militar dos Estados Unidos.
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O empresário já havia sido preso em 2020, em Cabo Verde, e posteriormente extraditado para os EUA.
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O encontro entre os dois presidentes está previsto para acontecer nesta terça-feira (3).
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A exigência foi feita pelo Ministério das Relações Exteriores russo, conforme a agência TASS.
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O bloqueio era uma das maneiras dos EUA pressionarem o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro.
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Os atos coincidem com os 12 anos da declaração que reconheceu a América Latina como uma zona de paz.
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Na reunião, Delcy defendeu que tal reforma pode impulsionar a economia venezuelana,
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"Eu fico toda a noite indignado com o que aconteceu na Venezuela. Não consigo acreditar", disse.
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A Venezuela vive um momento cercado por incertezas políticas desde a captura de Maduro.
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Pressões aumentaram após a operação venezuelana e envolvem busca por interlocutores em Cuba.
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A soltura é mais uma das que marcam o processo de libertação de presos políticos.
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Mesmo com as críticas, o presidente brasileiro disse manter diálogo construtivo com os Estados Unidos.
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Álex Saab, empresário colombiano de origem libanesa, era considerado um dos aliados de Maduro.
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As falas foram feitas durante um discurso anual à Assembleia Nacional.
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O levantamento também mostra que os brasileiros defendem uma postura de neutralidade do Brasil.
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De acordo como o próprio movimento, o objetivo é “contribuir com a defesa da soberania do país".
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Foram entregues 40 toneladas de insumos médicos para atender mais de 9 mil venezuelanos.
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O bloqueio começou em agosto de 2024, depois da polêmica eleição presidencial daquele ano.
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Pelo menos 15 jovens foram detidos por agentes da Polícia do Município e da Polícia Nacional.
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“Com certeza ele vai receber assistência médica adequada”, disse Eduardo.
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