"As empresas operadoras do sistema reiteram que diariamente se preparam para atender a demanda de passageiros na capital colocando os ônibus para circular", diz a nota.
A entidade ressalta ainda que hoje o faturamento das empresas se concentra somente em ¼ do que se arrecadava e não há condições de aumento salarial aos trabalhadores.
Vereador ainda defendeu uma investigação mais detalhada sobre o serviço do transporte público na capital com a respectiva responsabilização dos culpados.
Vereador chamou o Inthegra de “aborto” e disse que o sistema, implementado na gestão do prefeito Firmino Filho, “tirou a qualidade de vida das pessoas”.
No entanto, o dinheiro só será repassado para os profissionais se a categoria voltar às atividades. Já os motoristas afirmam que só voltam após receber o pagamento.
Após reunião com o prefeito Dr. Pessoa e o presidente do Setut, Marcelino Lopes, ficou acordado que a prefeitura vai pagar o valor do ticket-alimentação de R$ 650 mil.
A empresa alegou que o Sindicato das Empresas de Transporte Urbanos de Passageiros de Teresina está lhe devendo R$ 800 mil. Em resposta, o Setut negou a acusação.
A carteira de estudante estava sendo solicitada apenas pela plataforma da Associação de Estudantes de Teresina, de forma online, devido a pandemia causada pelo novo coronavírus.
A expectativa é que a Prefeitura de Teresina possa subsidiar o ticket alimentação e plano de saúde dos trabalhadores, a fim de colocar um ponto final no movimento grevista.
O presidente do Sintetro, Ajuri Dias, explicou que a entidade vai cumprir com a garantia do percentual mínimo de profissionais trabalhando em períodos de greve.
O sindicato disse que a atitude da categoria foi ilegal, já que infringiu a decisão do TRT e do MPT que determinou a circulação de 70% da frota em horário de pico e 30% em horário entrepico.
De acordo com o Sintetro, o movimento grevista se dá em razão do não cumprimento da Medida Provisória 936, editada pelo Governo Federal durante a pandemia do novo coronavírus.
O processo de desbloqueio se dará mediante o retorno das instituições e deverá ser disponibilizado nos postos do Sindicato das Empresas de Transportes Urbanos de Passageiros de Teresina (Setu
Os motoristas e cobradores de ônibus estão há mais de 50 dias em greve e decidiram retornar com 70% dos veículos do transporte público nos horários de pico, de 6h às 9h, e de 17h às 20h.
O objetivo do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transporte Rodoviário (Sintetro) é estabelecer a convenção coletiva deste ano, que até o momento não saiu do papel.
"Ficou acertado pela Strans e o Sindicato, que as atividades retornar a partir da terça-feira, conforme determina o Ministério Público do Trabalho", disse Francisco das Chagas, do Sintetro.
De acordo com o Sintetro, os funcionários reivindicam a proposta de empresários que visa retirar alguns direitos dos cobradores e motoristas, como suspensão do ticket alimentação e do plano d