O Núcleo de Mediação do Tribunal Regional do Trabalho da 22ª Região conduziu uma reunião de negociação entre o Sintetro e Setut, porém não ocorreu acordo entre as partes.
O Setut, por meio de nota, informou que não houve possibilidades de negociação com os trabalhadores, pois as projeções econômicas impossibilitaram as empresas de arcar com os custos básicos.
De acordo com Fernando Feijão, a situação dos trabalhadores piorou desde o mês de março e a categoria não chegou a um acordo com os donos das empresas.
O Setut disse que “se solidariza com a população de Teresina, em especial os trabalhadores em serviços essenciais, principalmente os da área de saúde, pelo prejuízo que causará o movimento gr
Em um vídeo divulgado na noite desta segunda-feira (27), Fernando Feijão, presidente do Sintetro, afirmou que o Setut apresentou uma proposta de acordo.
Conforme Fernando Feijão, como o Setut não realizou a reunião, a medida de paralisar o transporte coletivo em 100% continua mantida nesta terça-feira (28) e seguirá por tempo indeterminado.
As medidas têm o intuito de melhorar e aumentar seus canais de comunicação com os usuários de ônibus de Teresina. Além das novas plataformas, o Setut segue aperfeiçoando outras já existentes.
Na terça-feira (21) a Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) realizou uma reunião para tratar sobre os recorrentes bloqueios do cartão Passe L
De acordo com Fernando Feijão, as reivindicações da categoria são em relação a pagamentos atrasados, precariedade do sistema de transporte público e longas jornadas de trabalho.
Liana Chaib destacou que a greve afeta prejudicialmente o desenvolvimento de outras atividades inadiáveis da comunidade, além da possibilidade de graves prejuízos e de difícil reparação à pop
A reportagem do GP1 entrevistou o presidente do Sintetro, Fernando Feijão que explicou que o Setut não aceitou a contraproposta colocada pelo Sintetro de um reajuste de 4,5%.
A informação foi confirmada nesta manhã ao GP1 pelo presidente do Sintetro, Fernando Feijão, que ressaltou que realizará uma assembleia com a categoria na tarde de hoje, por volta de 15h.
Ainda conforme o Setut, os trabalhadores realizaram um piquete nas garagens das empresas de ônibus, impedindo a saída de veículos para circulação nesta quarta.
Logo após tomar conhecimento do fato, o Sintetro se reuniu com o Setut, onde foi acordado que os empresários tentariam um empréstimo para realizar o pagamento salarial.
Sem acordo, o teresinense terá que enfrentar mais um dia de greve, apenas com 30% da frota circulando na Capital, que conta com veículos cadastrados pela Strans.
Segundo o presidente do Sintetro, Fernando Feijão, a classe dos motoristas concordou que se o reajuste de 5 % fosse concedido, a greve seria finalizada.
Por meio de nota, o Setut afirmou que a lei está sendo desrespeitada por integrantes do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Rodoviários do Piauí (Sintetro).
A categoria concordou em iniciar o movimento paredista diante da falta de reajuste salarial no valor de 8,5%, além de outras demandas, como aumento da frota, por exemplo.
A categoria concordou em iniciar o movimento paredista diante da falta de reajuste salarial no valor de 8,45% além de outras demandas, como aumento da frota, por exemplo.
Na tarde desta segunda-feira (28), houve uma nova reunião na Superintendência Regional do Trabalho, onde participaram representantes do Setut, do Sintetro, e da Prefeitura de Teresina.
De acordo com o diretor do Sintetro, Fernando Feijão, uma nova reunião foi marcada para a próxima terça-feira (29), e deve colocar um ponto final nas discussões envolvendo o reajuste salarial
De acordo com o diretor SINTETRO-PI, Fernando Feijão, os profissionais estão buscando um reajuste de 8,43%, mas até o momento não houve abertura para negociações com o Setut.
O GP1 fez um levantamento de quanto um trabalhador pode gastar somente com passagens de ônibus neste ano, caso a nova tarifa seja aceita pelo prefeito Firmino Filho.
“Na cidade de Teresina, a política de subsídio efetiva não assegura a flexibilidade no valor da tarifa, principalmente por conta das gratuidades do sistema", pronunciou o Setut.