"Se tiver mudança de postura deles vai ter que fazer uma nova reunião para desaprovação da convenção que eles já tinham aprovado”, afirmou o ex-ministro.
“No desfile de 7 de setembro, quando eu estava no palanque presidencial em Brasília vi manifestações importantes no sentido do PMDB ter candidato a presidente", disse o ex-ministro.
O senador vinha se comportando com neutralidade quanto ao impasse interno no partido que está dividido entre candidatura própria ou a continuidade da aliança com Governo Wellington Dias, que
João Henrique disse que os investimentos feitos pelo Sesi no Centro Esportivo demonstram o respeito e a disposição do Sesi em ajudar Parnaíba e sua população.
"Caso não tenhamos êxito no pleito, o que não acredito, eu respeitarei a decisão dos convencionais e me sentirei à vontade para tomar uma decisão ”, adiantou ele.
"Vamos mostrar que a proibição de aliança com PT é relativa já que tem estados, como o nosso, o Pará e o Amazonas esse alinhamento existe", disse o deputado.
“Foi uma reunião sem briga, em consenso, e nós decidimos que será realizada em janeiro a convenção extraordinária como pediu o João Henrique", disse Mádison.
O ex-ministro tem realizado reuniões com lideranças peemedebistas aonde tem visitado, inclusive, só em julho, esteve em Gilbués, Curimatá, Avelino Lopes e Itaueira.
O presidente nacional do PMDB, senador Romero Jucá participou da reunião e afirmou que irá propor à executiva uma proibição para que o partido não faça aliança com o PT e com o PCdoB.
“Não há pressa pra isso [oficializar o pedido] como pedimos para janeiro, temos tempo para fazer esse procedimento de forma oficial", disse o ex-ministro.
"Eu possuo um excelente relacionamento, tanto com o lado que está no Governo quanto com o que tem defendido candidatura própria representado pelo João Henrique. É cedo pra falar sobre isso”,