-
A decisão de manter Derrite na relatoria gerou críticas de parlamentares.
-
A ausência dos nomes que obtêm número significativo de votos fez a sigla adotar uma nova estratégia.
-
A PEC da Segurança Pública ainda precisa ser analisada na comissão especial responsável pelo texto.
-
-
Vieira prevê penas menores para líderes de facções e comparsas, limitando a prisão a 30 anos.
-
No lugar de Derrite, assumirá a pasta no governo paulista o secretário-executivo Osvaldo Nico Gonçalves.
-
Proposta perde espaço após avanço do PL Antifacção, e governistas temem mudanças no texto original.
-
-
Guilherme Derrite, que é deputado federal, deixou o cargo de secretário neste mês para retornar à Câmara.
-
O senador deu a informação depois da sessão conjunta do Congresso Nacional.
-
O projeto aumenta penas, cria novos crimes e amplia mecanismos de investigação.
-
-
A proposta foi aprovada na Câmara nesta terça-feira (18), com mais de 370 votos favoráveis.
-
Enquanto parte dos parlamentares apoiou o endurecimento das regras, outros deputados criticaram.
-
A nova versão reforça a participação do Ministério Público em forças-tarefa contra o crime organizado.
-
-
A pressão por atualização da legislação contra o crime organizado acontece após a megaoperação no RJ.
-
"Motta cometeu uma série de equívocos que impede a votação do projeto, desagradando governo e oposição."
-
Declaração de Derrite faz referência às discussões em torno dos projetos de combate ao crime organizado.
-
-
A fala de Derrite ocorreu um dia após de protocolar a quarta versão do texto ainda sob críticas.
-
Após duras críticas de líderes governistas e dirigentes da Polícia Federal, o relator resolveu recuar.
-
Durante a entrevista Zema ainda criticou a fala de Lula sobre a megaoperação no Rio de Janeiro.
-
-
O deputado decidiu criar uma nova legislação, denominada “Marco Legal do Combate ao Crime Organizado”.
-
Alterção determina que operações devem ser comunicadas previamente às autoridades estaduais competente.
-
O deputado federal é relator da proposta que pretende endurecer as penas contra as facções criminosas.
-
-
O secretário licenciado Guilherme Derrite (PP-SP), endureceu ainda mais o texto enviado pelo governo.
-
Derrite sugere que penas sejam de até 40 anos para os crimes cometidos por facções criminosas.
-
A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, criticou a escolha do presidente da Câmara.
-
-
Ele estava licenciado do cargo de deputado federal e agora retornará para a Câmara Federal.
-
O projeto Antifacção cria o tipo penal de "organização criminosa qualificada", com pena de até 30 anos.
-
O crime aconteceu nessa segunda-feira (15) em Praia Grande, onde Ruy Ferraz foi morto a tiros.
-
-
Também estava presente no encontro o secretário de Segurança de São Paulo, Guilherme Derrite.
-
De acordo com a cúpula do PP, Derrite é cogitado para disputar o Senado ou o Governo paulista.
-
A juíza responsável, considerou que a a comparação com o ditador nazista prejudicou a imagem de Derrite.
-
-
Leonardo Vinci, considerado membro de alto escalão da facção criminosa, foi preso nesse sábado (29).
-
A proposta havia sido aprovada no Senado, porém saiu de lá com alterações menos restritivas.
-
O texto foi aprovado pelo Senado no dia 20 de fevereiro, e agora será votado na Câmara dos Deputados.
-
Mais Assuntos
Encontre em ordem alfabética
© 2007-2026 GP1 - Todos os direitos reservados.
É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita do GP1.