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O requerimento ainda aguarda análise do ministro André Mendonça do Supremo Tribunal Federal.
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O senador foi alvo da 5ª fase da Operação Compliance Zero deflagrada nesta quinta-feira (07).
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De acordo com a PF, os documentos seriam levados para um escritório indicado por Vorcaro.
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De acordo com a PF, os documentos seriam levados para um escritório indicado por Vorcaro.
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Ao todo, estão sendo cumpridos dez mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão temporária.
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Entre os investigados está o senador Ciro Nogueira (PP), que foi alvo de mandados de busca e apreensão.
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O material foi entregue em um pen drive e já começou a ser analisado pelas autoridades.
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Frente Corretora é a 15ª atingida desde 2025; BC apontou falhas graves e risco financeiro.
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O pedido foi encaminhado ao ministro André Mendonça, relator das investigações relacionadas ao Master.
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Um dos principais casos envolve o Instituto de Previdência Municipal de Santo Antônio da Posse (SP).
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Mensagens indicam que cenário de liquidação foi discutido antes da decisão oficial do Banco Central.
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Declaração inclui frota milionária, relógios de alto padrão e imóvel de R$ 2 milhões.
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Segundo as apurações, a morte foi causada por suicídio, afastando hipótese de envolvimento de terceiros.
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Durante a ação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em duas cidades.
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A decisão foi publicada na noite desta quarta-feira (22) e atende a um pedido da defesa.
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Vorcaro permanece detido na Superintendência da PF desde o início das investigações do caso Master
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A análise ocorre no plenário virtual da Corte entre esta quarta-feira (22) e sexta-feira (24).
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Segundo as investigações, os diálogos tratam do aumento de capital do BRB que captou R$ 290 milhões.
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A operação ganhou repercussão por envolver o empresário Marcelo Cohen, que mantém conexões com Vorcaro.
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Segundo a Polícia Federal, o quadro foi classificado como uma “situação clínica” sem gravidade.
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A operação será realizada por meio de um fundo de investimento em parceria com a Quadra Capital.
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As apurações ganharam novos desdobramentos com a prisão do ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.
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As apurações ganharam novos desdobramentos com a prisão do ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.
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As suspeitas aparecem no contexto da Operação Compliance Zero, conduzida pela Polícia Federal.
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O artista foi detido na última quarta-feira (15), durante a Operação Narco Fluxo.
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O documento, com 221 páginas, foi elaborado pelo relator da CPI, senador Alessandro Vieira (MDB-SE).
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Entidade aponta ataque a Alessandro Vieira e cobra reação do Supremo e também de parlamentares do Senado.
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Paulo Henrique foi preso pela Polícia Federal (PF) na manhã desta quinta-feira (16), em Brasília.
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Advogado diz que cliente não cometeu crime e critica detenção em nova fase de operação da PF.
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Um dos beneficiários seria o ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa.
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Investigação cita seis propriedades e suspeita de irregularidades em negócios com o Banco Master.
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Investigação aponta suspeita de propina em negociações com o Banco Master e compra de imóveis.
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Ele foi preso na mesma operação que teve como alvo o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.
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A ação foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça.
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Conversas apontam tentativa de campanha digital, mas agência recusou proposta por questões éticas.
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O maior volume de recursos foi destinado a Henrique Meirelles, que recebeu R$ 18,5 milhões brutos.
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Documento cita mensagens, vídeos e possível envolvimento de autoridades em cerca de 300 festas.
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Pesquisa indica desconfiança sobre Corte e percepção de excesso de poder entre ministros.
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Segundo Hirano, o esquema começou ainda em 2008, durante negociações relacionadas ao Arco Metropolitano.
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Repasse consta em declaração enviada à CPI e envolve empresa ligada a investigado pela PF.
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