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A medida faz parte de uma estratégia para acelerar a tramitação de casos na CCJ.
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Próxima sessão será o dia 18 de dezembro, quando o tribunal voltará a examinar os argumentos.
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O pedido havia sido apresentado pelos deputados Gustavo Gayer (PL-GO) e Coronel Meira (PL-PE).
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Diego Garcia revelou que não encontrou provas de que ela tenha ordenado a invasão.
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A expectativa da defesa da parlamentar é que a audiência ocorra apenas na semana que vem.
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Thiago Santos é investigado por suposta ligação com a deputada federal licenciada Carla Zambelli.
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A deputada, presa em Roma desde junho, afirma que é alvo de perseguição política no Brasil.
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A condenação foi imposta em agosto deste ano por porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal.
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O parecer, divulgado neste sábado (25), também rejeita a tese da defesa de perseguição política.
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Deputada foi presa nas imediações de Roma em julho e se encontra detida em uma penitenciária feminina.
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O comunicado foi feito por meio de uma carta endereçada ao ministro da Justiça italiano, Carlo Nordio.
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Zambelli está presa desde o fim de julho no complexo penitenciário de Rebibbia, em Roma.
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A ação penal envolve Zambelli e o hacker Walter Delgatti Neto, acusados de invadir e adulterar sistemas.
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A deputada Carla Zambelli está presa preventivamente na Itália desde julho.
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A prisão da parlamentar foi decretada pelo STF que a acusa de participar da invasão aos sistemas do CNJ.
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O senador pediu que a deputada Carla Zambelli e Eduardo Tagliaferro não sejam extraditados.
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A conclusão está no relatório final encaminhado na sexta-feira (19) ao gabinete de Alexandre de Moraes.
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Entre as testemunhas que serão ouvidas na quarta-feira (10), está o hacker Walter Delgatti.
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O objetivo é reforçar a tese de que a parlamentar foi condenada em um processo de caráter político.
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“O presidente da Câmara tem que jogar esse ofício na lata do lixo”, disse Farias defendendo a cassação.
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Na avaliação de Pagnozzi, o processo de extradição da parlamentar se tornou um “julgamento político”.
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O sistema judiciário do país determinou a continuidade do processo de extradição da deputada.
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Apesar de passar por uma nova audiência, Zambelli não saiu de lá com uma decisão sobre seu futuro.
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Com o placar de 9 votos a 2 pela condenação os ministros acolheram a acusação da PGR.
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Até o momento, a maioria dos ministros seguiram o voto do relator, Gilmar Mendes.
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Para Mendonça a conduta da deputada não configuraria porte ilegal, mas sim um ilícito administrativo.
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Durante a audiência, a deputada federal chegou a passar mal e precisou ser hospitalizada.
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Moraes, Cármen Lúcia, Flávio Dino, Zanin, Toffoli e Gilmar Mendes se manifestaram a favor da condenação.
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A análise pode resultar em mais uma condenação para a parlamentar, já sentenciada a 10 anos de prisão.
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“A deputada e seus familiares vêm sendo alvo de uma perseguição covarde, desumana”, disse Pagnozzi.
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A parlamentar apresentou tontura durante uma audiência, que foi paralisada brevemente após o ocorrido.
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A deputada teve uma nova audiência marcada para o dia 27 de agosto e, até lá, seguirá presa na Itália.
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A deputada alega sofrer da Síndrome de Ehlers-Danlos, uma doença rara que causa frouxidão nos músculos.
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A sessão acontece por volta das 11h na próxima quarta-feira (13), no Tribunal de Apelação de Roma.
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A parlamentar está presa na Itália e aguarda o julgamento de processo de extradição para o Brasil.
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O coronel Aginaldo de Oliveira foi comandante da Força Nacional durante o governo de Jair Bolsonaro.
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Isso pode acontecer devido a cooperação jurídica entre o Brasil e a Itália, segundo Mosca.
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O Complexo Penitenciário de Rebibbia fica localizado nos arredores de Roma e sofre com superlotação.
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O pedido formal de extradição já foi encaminhado pelo Governo Brasileiro às autoridades italianas.
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A defesa da deputada Carla Zambelli afirmou buscar a liberdade ou, ao menos, a prisão domiciliar.
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