"(...) esse modelo político que a gente tem termina te empurrando para determinadas situações em que você quer competir minimamente em pé de igualdade com os outros", completou.
Júlio César afirmou que a população não estaria convencida com as explicações a respeito da origem dos R$ 180 mil, encontrados com o primo de Wellington Dias.
"Até para eleição de sindicato tem guerra, imagina uma eleição governamental. As pessoas fazem de tudo. Mas, contra a vontade do povo não há dinheiro e nem poder", acredita.
"Não adianta ele ficar criticando e não ter uma proposta para apresentar. O povo cansou disso e quer saber é de melhorias e não de picuinha", completou.
"Se não fosse assim ninguém se importaria com ele. Além disso, o apoio de Dilma e Lula interfere positivamente na candidatura de Wellington", completou o candidato.
De acordo com a portaria de inquérito, assinada no último dia 26 de agosto, se os fatos relatados forem confirmados durante a investigação, configuram-se como ofensa a normas de proteção ao t
"Essas acusações são respondidas com trabalho, resultados positivos. A prova disso são os resultados com o crescimento de Zé Filho nas pesquisas", respondeu o líder do Governo.
"Não vamos responder com estresse ou agressão. As criticas não nos preocupam, estamos tranquilos e vamos continuar nossa caminhada com confiança", disse o petista.
"Wellington vem se mantendo estável desde dezembro mesmo com um grande blocão montado contra ele, essa é sem dúvidas a melhor resposta", disse Fábio Novo.
"A visita do Lula representa uma transferência de energia muito boa para nós do PT, para os militantes do partido, além de ser uma forma de motivar todo mundo para a campanha", disse.
"A nossa chapa foi formada ouvindo todos os partidos envolvidos. Na próxima segunda será anunciado o nome da deputada Margarete como vice de Wellington", disse ao GP1.
"Acho que ele não tem o perfil do PSDB, pois o partido tucano é formado por pessoas do setor mais abastado da sociedade e ele [Tererê] se coloca como um deputado do povo", disse.
"Se os dois [Flora e João de Deus] tivessem usado o mandato para defender o povo e não causas partidárias, a situação deles seria outra", disse o parlamentar em entrevista ao GP1.
"Wellington vem prejudicando guerreiros da campanha dele como o João de Deus e a Flora Izabel que sempre estiveram na linha de frente", disse o deputado.
"O governador disse que houve erros de ambos os lados, pois deixamos as coisas correrem sem um diálogo maior", disse o deputado João de Deus em entrevista ao GP1.
"A próxima eleição é uma nova composição, um novo contrato. Assim como o PT, todas as outras forças políticas que participam do governo fizeram um acordo até 2014", disse o petista.
O deputado comentou também a recente declaração do governador Wilson Martins sobre ter recebido o "estado quebrado" e a comparação de Mão Santa do PT com a ditadura militar.
"Depois de passar por dois mandatos, era para ele ter saído com o seu nome no fim do poço, mas não, ele saiu com uma grande aprovação", disse o petista em entrevista ao GP1.
"Tenho certeza que esse tipo de atitude parte de pessoas que reconhecem a força dele e por isso, tentam desqualificar", disse o petista em entrevista ao GP1.
"PSB saiu ganhando com filiações de Marina e Heráclito. Não existe atraso na política nesse sentido. É ato de desespero das pessoas que falam coisas como essas", disse ao GP1.
Para o deputado tucano, Lula não só levou um "soco no fígado", mas também um "tapa na cara" com a decisão da ex-ministra. Petistas discordam e dizem que "soco é no próprio fígado dela [Marina
"PT vai entregar na hora certa.O partido vai se reunir e tomar uma decisão. Não vai ser grupo A ou B, que sempre declarou oposição ao PT que vão influenciar nessa decisão", diz petista.