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Mendonça também autorizou a transferência do empresário e pastor Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro.
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Na mesma operação, Daniel Vorcaro foi preso em São Paulo e encaminhado à superintendência da PF.
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Segundo a PF, Vorcaro teria montado uma espécie de “milícia privada” para intimidar testemunhas.
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A nova informação levou o dono Banco Master a ser preso novamente nesta quarta-feira (4).
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O grupo tinha a intenção de proteger um esquema bilionário, inclusive com uso de violência e intimidação.
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Paulo Sérgio Neves de Souza e Belline Santana estavam à frente do Departamento de Supervisão Bancária.
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Até o momento, ele não foi localizado. Na mesma operação, o banqueiro Daniel Vorcaro foi preso em SP.
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A prisão foi autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF).
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Foi determinado que a área técnica da Corte de Contas acompanhe o andamento das investigações no Supremo.
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Bloqueio envolve suspeitas de fraude após compra de carteiras do Banco Master e prejuízo bilionário.
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Os aportes foram obtidos mediante pagamento de propina a gestores dos fundos de pensão.
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A definição ocorreu após acordo firmado entre Vorcaro e integrantes da liderança do colegiado.
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A parlamentar também apresentou requerimento para que a prisão domiciliar de Daniel Vorcaro.
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Segundo Renan, a defesa de Vorcaro já concordou com o comparecimento, restando apenas ajustes.
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Entre os pontos centrais está a discussão sobre qual instância deve conduzir o processo.
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O relator da CPMI informou ao site Metrópoles que o depoimento não será mais realizado.
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O parecer técnico já foi encaminhado ao gabinete do ministro relator, Jorge Oliveira.
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Relatório cita mensagens, transações milionárias e mudança na condução do inquérito no Supremo.
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A alteração provocou reação do senador Renan Calheiros, que criticou a decisão.
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O Ministério Público chegou a encaminhar pedido de apuração ao Tribunal de Contas da União.
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Guga Lima, como é mais conhecido, também foi preso pela Polícia Federal em novembro do ano passado.
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O pedido cita reportagens da Revista Liberta e da Folha de S.Paulo, publicadas em setembro de 2025.
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Na ocasião, o parlamentar não informou que a imagem havia sido produzida por meio de IA.
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O pedido é resultado do escândalo do Banco Master, que ganhou um novo rumo nesta semana.
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Os aportes foram realizados pelo pastor Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, por meio do fundo Leal.
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A decisão liminar foi assinada na sexta (13) pela juíza Patrícia Coelho, da 7ª Vara Cível de Brasília.
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Entre os argumentos apontados pela PF está a possível relação de proximidade entre Toffoli e Vorcaro.
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Segundo a coluna Andreza Matais, Faria atuava como elo entre o empresário e o meio político.
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Nos diálogos também é mencionado pagamento de R$ 20 milhões a um resort ligado ao ministro.
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A perícia foi realizada por equipes de informática forense, especializadas em dispositivos bloqueados.
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O relatório cita ainda que, enquanto Vorcaro tentava viabilizar a venda do Banco Master para o BRB.
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Do total de 25 requerimentos de impeachment, três mencionam diretamente o caso do Banco Master.
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A CPI também pretende ouvir os irmãos do ministro, José Eugênio e José Carlos Dias Toffoli.
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O presidente do STF, Edson Fachin, deverá ouvir Toffoli antes de decidir sobre eventual alegação.
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Havia um compromisso entre a defesa e a presidência da CPMI para que Vorcaro comparecesse ao colegiado.
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O local pertence a José Eugênio Dias Toffoli, irmão do ministro e um dos administradores formais.
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O pedido surge em meio a controvérsias sobre investigação aberta por Toffoli contra própria instituição.
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Parlamentar cobra ação de Alcolumbre e caso envolve suspeição de Toffoli por mensagens com banqueiro.
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O comunicado informa ainda que o magistrado integra o quadro societário, sem exercer funções de gestão.
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Relatórios periciais apontam que, desde 2022, Vorcaro manteve interlocuções com parlamentares.
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