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A portaria foi publicada oficialmente nesta terça-feira (19) e assinada pelo procurador Ednaldo Rodrigo.
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A campanha de doação de sangue reforça esse compromisso cristão com a preservação da vida.
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Apuração é conduzida pela 29ª Promotoria de Justiça, especializada na defesa da saúde pública.
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Investigação busca esclarecer ausência de prestação de contas da unidade hospitalar à FMS.
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Na nota, o hospital manifestou “profundo pesar” pelo falecimento do médico e ressaltou sua dedicação.
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A Polícia Rodoviária Federal se dirigiu ao local para atender à ocorrência e isolou o trecho da rodovia.
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Segundo os trabalhadores, não houve qualquer comunicado oficial que explique o motivo da demora.
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O contrato terá vigência de cinco anos, contados a partir do dia 1º de janeiro de 2026.
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O financiamento dos projetos é feito por meio de doações realizadas por pessoas físicas ou jurídicas.
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Pessoas do tipo A positivo (A+) ou A negativo (A-) podem doar no banco de sangue do Hospital São Marcos.
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O Hospital São Marcos ficou com a maior fatia dos recursos, e receberá mais de R$ 2,4 milhões.
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O inquérito civil foi aberto pelo promotor de Justiça Flávio Teixeira de Abreu Júnior.
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A médica Tayná Maria Varão era casada com o procurador do Estado Diego Amorim Neves Reis.
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Segundo informações, Dra. Gláucia passou mal enquanto atendia pacientes e não resistiu.
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Ainda não há informação sobre o que teria causado o mal súbito, considerando que a empresária é saudável.
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Gustavo Barbosa de Almeida foi acusado de se apropriar indevidamente de R$ 31 milhões da FMS.
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O Ministério Público havia denunciado o diretor, por suspeita de apropriação indevida de recursos da FMS.
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Por meio de nota, o Hospital São Marcos negou qualquer apropriação indevida de recursos públicos.
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A direção do hospital explicou que o órgão, responsável pelos repasses do SUS, não fez os descontos.
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A denúncia foi oferecida no dia 13 de agosto deste ano pelo promotor José Eduardo Carvalho Araújo.
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A portaria, assinada no último dia 21 de julho, foi publicada no Diário Oficial dessa terça-feira (29).
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Documento foi assinado no dia 30 de maio entre a FMS, e a Associação Piauiense de Combate ao Câncer.
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Portaria foi assinada pelo promotor de Justiça José Reinaldo Leão Coelho, da 25ª Promotoria de Justiça.
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O débito é decorrente de parcelas de empréstimos não descontadas dos repasses ao hospital.
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Parte dos atendimentos estavam paralisados desde o dia 24 de abril, por conta de uma crise financeira.
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O despacho foi assinado pelo magistrado no dia 31 de março pelo magistrado e enviado à Deccor-LD.
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A fundação alega que cumpre aproximadamente 90% das obrigações previstas contratualmente com o hospital.
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No processo, a OAB do Piauí destacou que o Hospital São Marcos é o único credenciado pelo SUS.
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Nesta quinta-feira, a bancada federal do Piauí se reuniu para tratar da crise no hospital.
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Já a FMS afirmou que o hospital possui uma dívida com a entidade, relacionada a empréstimos consignados.
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Já o São Marcos disse que do total recebido apenas R$ 19 milhões foram para o tratamento oncológico.
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A decisão foi assinada nessa sexta-feira (28), pelo juiz Valdemir Ferreira Santos.
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O inquérito policial conduzido pelo delegado Kleydson Ferreira foi finalizado nessa sexta-feira (28).
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O banco de sangue para as doações é o do Hospital São Marcos, onde Helena está internada.
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Ao todo, foram cumpridos 04 mandados de prisão e 07 mandados de busca e apreensão durante a operação.
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As medidas foram cumpridas contra cinco mulheres, acusadas de integrar a quadrilha.
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O inquérito foi instaurado pelo Departamento de Combate à Corrupção a pedido do Ministério Público.
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A dívida do hospital soma R$ 56 milhões e decorreu de empréstimos com garantia dos repasses do FNS.
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Débito é decorrente de empréstimos feitos pelo hospital, tendo como garantia os repasses feitos pela FMS.
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O inquérito foi instaurado pela Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI).
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