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O grupo era integrado pela senadora Damares Alves e outros três senadores.
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A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) foi publicada nesta segunda-feira (17).
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Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por supostamente liderar plano de golpe de Estado.
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O empresário acusou o ministro Alexandre de Moraes de ter “destruído a democracia brasileira”.
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Thiago Santos é investigado por suposta ligação com a deputada federal licenciada Carla Zambelli.
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Eduardo Bolsonaro classificou a medida, após o voto de Moraes, como uma “caça às bruxas".
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Marcelo Cunha está preso desde junho por descumprimento de medidas cautelares.
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Em seu voto, Moraes citou especificamente a aplicação de tarifas de exportação ao Brasil.
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A PF não deu informações sobre quais são as supostas ameaças enfrentadas por Cid.
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Além de Moraes, votam mais quatro ministros e a análise vai até o dia 25 de novembro.
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A acusação foi encaminhada à ministra do STF, Cármen Lúcia e aponta o envio de mensagens ameaçadoras.
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Tarcísio integra uma lista de 13 pessoas autorizadas por Moraes a manter contato com o ex-presidente.
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O ministro também elogiou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), pela condução da votação.
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O ex-presidente Jair Bolsonaro está em prisão domiciliar desde agosto deste ano.
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A decisão foi tomada nessa terça-feira (11), dois dias após a solicitação.
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As imagens de câmeras corporais dos policiais da PM e Polícia Civil do Rio devem ser enviadas aos autos.
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A medida foi tomada após o ministro identificar divergências entre os relatórios divulgados pela SSP.
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Ele mora nos Estados Unidos e é considerado foragido pela justiça brasileira.
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Falta apenas um voto, o da ministra Cármen Lúcia, que tem até a próxima sexta-feira (14) para votar.
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Tagliaferro é acusado de quatro crimes e julgamento será realizado de forma virtual às 11h de hoje.
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Durante o segundo dia do fórum, o acusado se levantou na plateia e criticou o ministro Moraes.
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Ministros poderão votar até as 23h59 da sexta-feira da semana que vem, dia 14 de novembro.
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A decisão do ministro Alexandre de Moraes foi dada nesta quarta-feira (05).
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A solicitação foi direcionada ao processo já em fase avançada, próximo ao trânsito em julgado.
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O foco é desarticular esquemas de lavagem de dinheiro e a infiltração desses grupos no Poder Público.
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Mediante a um pedido do governo do DF, o ministro irá avaliar as condições de saúde do ex- presidente.
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A solicitação foi realizada por meio da ONG Instituto Anjos da Liberdade (IAL), presidida por Fróes.
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A decisão reafirma a condenação de Braga Netto a 26 anos de prisão, por suposta tentativa de golpe.
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Desde o início da tramitação da ADPF das Favelas, Moraes tem defendido atuação das forças de segurança.
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O governador Claúdio Castro ressaltou que a operação representou um “duro golpe na criminalidade”.
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Durante a audiência, Moraes deve solicitar detalhes sobre a operação policial ocorrida na semana passada.
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O governador do RJ deverá ser intimado ainda neste domingo para garantir o cumprimento da decisão.
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A série de audiências vai ocorrer em diferentes pontos da capital fluminense.
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O ministro é o atual relator da chamada ADPF das Favelas, que restringe operações nas comunidades do Rio.
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A rapidez da decisão contrasta com a “conhecida morosidade do judiciário brasileiro”, disse a defesa.
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O magistrado alertou para o risco de prisão imediata do ex-assessor de Jair Bolsonaro (PL).
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Ele afirmou que Valdemar já é investigado em um processo que trata dos mesmos fatos envolvendo Bolsonaro.
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O inquérito poderá relacionar Valdemar Costa Neto às acusações envolvendo os núcleos do partido.
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Em sua postagem, Flávio questionou qual artigo do Código Penal criminalizaria o que o ministro do STF.
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Ministro chamou de "bizarra" a representação do PL que pedia a fiscalização das urnas eletrônicas.
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