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A primeira turma do STF termina nesta segunda o julgamento virtual das medidas impostas por Moraes.
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O deputado afirma em vídeo publicado na sua rede social que “o visto foi só o começo”.
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Em nota oficial, a OAB alertou para os riscos de “interferência externa” em assuntos do Brasil.
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As restrições estão relacionadas a acusações de atentado contra o Estado Democrático de Direito.
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O parlamentar também fez duras críticas à recente operação da Polícia Federal contra Bolsonaro.
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O parlamentar tem denunciado perseguição política do STF e está desde março nos Estados Unidos.
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O ato acontece após o ex-presidente ter sido alvo da PF e de medidas restritivas impostas pelo STF.
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Walter Delgatti Neto foi condenado a 8 anos e 3 meses de prisão por invadir sistemas do Judiciário.
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A movimentação acontece após mandados de busca em endereços ligados a Bolsonaro, nessa sexta (18).
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Jorge Messias condenou a decisão dos EUA, o que classificou como uma “tentativa de intimidação".
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Ambas estavam em prisão domiciliar devido a problemas de saúde e tratamentos fora do sistema prisional.
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Nas postagens e declarações feitas pelo deputado, constam críticas às decisões do magistrado.
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Nessa sexta-feira, o Governo dos EUA anunciou sanções contra o ministro Alexandre de Moraes.
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Ex-presidente passou a usar tornozeleira eletrônica após medida determinada por Alexandre de Moraes.
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Neste sábado (19), o petista classificou a ação dos EUA como "arbitrária e sem fundamento".
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Ela classificou a ação como uma “afronta ao Poder Judiciário brasileiro e à soberania nacional”.
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Ex-presidente deverá se recolher em seu domicílio das 19h às 6h, e em tempo integral nos fins de semana.
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A declaração consta em decisão proferida nesta sexta-feira (18), em que Moraes impõe novas medidas.
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A retroatividade da cobrança era questionada por agentes econômicos e instituições do setor financeiro.
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No processo o pedido pede que Moraes garanta cumprimento da liminar que suspendeu resolução do CFM.
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Malafaia é um dos principais aliados de Bolsonaro e tem liderado manifestações pedindo anistia.
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O deputado federal licenciado classificou o ministro como um "gângster político de toga".
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Uso de tornozeleira eletrônica e proibição de uso de redes sociais são algumas das restrições.
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"Supremo Tribunal Federal sempre será absolutamente inflexível na defesa da soberania nacional", frisou.
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O ex-presidente foi alvo de operação da Polícia Federal na manhã desta sexta-feira (18).
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Sobre um pendrive que também foi apreendido, Bolsonaro disse desconhecer sua origem.
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O ex-presidente da República foi alvo de uma operação da Polícia Federal nesta sexta-feira (18).
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Ele ressaltou que "nunca pretendeu sair do Brasil" e classificou as restrições como "humilhações".
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Operação da PF teve como base a suspeita de que Bolsonaro estaria articulando uma fuga do Brasil.
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“Nunca o vi proibido de falar com alguém, usando tornozeleira ou sem ter acesso às redes”, opôs à Lula.
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Senador fez a sugestão em postagem nas redes sociais, mas apagou a publicação logo depois.
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Eduardo atribuiu a operação ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.
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A operação foi classificada por aliados como um ato de “perseguição política” e “humilhação”.
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As medidas foram determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
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Para a ministra, Donald Trump faz “chantagem” contra o Brasil para beneficiar o ex-presidente.
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Eles relatam que em audiência no STF nessa quarta-feira (16), houve violações a prerrogativas.
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A decisão foi comemorada pelo Governo Federal, já que a medida assegura cerca de R$ 40 bilhões.
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Parlamentares chamam escolha do STF de “humilhação ao Congresso Nacional”.
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O ministro do STF decidiu reestabelecer a decisão do governo sobre o IOF, com apenas uma exceção.
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Na decisão desta quarta (16), o ministro revogou apenas a cobrança sobre operações do risco sacado.
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