Segundo o sindicato, a pauta com 132 reivindicações foi protocolada em janeiro e somente no dia 26 de abril aconteceram reuniões de negociação marcadas pela prefeitura.
O Ministério Público pediu procedência da ação para que o prefeito e o conselheiro sejam condenados ao ressarcimento integral do dano e perda da função pública.
A Contribuição Mensal Sindical é autorizada e realizada somente nos contracheques dos servidores filiados à entidade, que atualmente possui cerca de 6 mil filiados.
A decisão foi tomada por conta de um memorando enviado no dia 21 de maio para todas as unidades de saúde de Teresina, informando a redução no valor dos contracheques.
"[Firmino] apenas enviou um reajuste de 3% aos servidores municipais quando, na verdade, ele está há dois anos sem conceder reajuste. Para nós é um deboche por parte do prefeito”, afirmou.
O sindicato quer que a Câmara retire da pauta a votação do projeto e que faça a mediação para abrir uma negociação sobre a Pauta da Greve do Serviço Público Municipal de Teresina.
O presidente do Sindserm, Sinésio Soares, explicou que, apesar de ter apresentado proposta de reajuste de 6,81% aos professores do município, Firmino Filho vem descumprindo uma série de leis.
O presidente do Sindserm, Sinésio Soares, informou que a categoria propôs uma alteração ao Projeto de Lei Complementar enviado pela Prefeitura à Câmara, que dispõe sobre esse reajuste.
Embora o município de Picos conte com mais de dois mil servidores efetivos, apenas cerca de 50 decidiram em nome da categoria paralisar as atividades próxima segunda-feira.
Durante a manifestação os servidores administrativos da Educação decidiram paralisar as atividades caso o pagamento dos salários não seja regularizado.