-
Defesa deve comprovar falta de recursos; pagamento é condição para progressão de regime.
-
A condenação tem origem no episódio ocorrido em outubro de 2022, durante o cumprimento de um mandado.
-
Além disso, o ex-deputado federal deverá pagar R$ 200 mil de indenização por danos morais.
-
-
Mesmo após a cassação do mandato em 2005, Jefferson continua recebendo pensão da Câmara.
-
Ministro solicitou prontuário e determinou pagamento de multa para avaliar benefício.
-
A condenação do ex-deputado ocorreu em dezembro de 2024, pelos crimes de calúnia, atentado e homofobia.
-
-
Manifestação enviada ao STF trata de prescrição, recálculo da pena e análise para mudança de regime.
-
Em maio deste ano, o ministro do Supremo Tribunal Federal concedeu prisão domiciliar ao ex-parlamentar.
-
A ministra falava sobre a banalização de ‘ofensas misóginas’ em debates.
-
-
Jefferson ficará no mesmo endereço onde, em 2022, reagiu com tiros à chegada de policiais federais.
-
A decisão atende a um pedido da defesa, apoiado por parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR).
-
A decisão agora está nas mãos do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.
-
-
A solicitação, que incluía um pedido de liminar, buscava reverter uma decisão anterior do STJ.
-
Desde julho de 2023, o ex-parlamentar está internado em um hospital particular no Rio de Janeiro.
-
Jefferson é réu pelos crimes de calúnia, homofobia e tentativa de impedir o livre exercício dos poderes.
-
-
O ex-deputado está preso desde outubro de 2022, após atirar contra policiais federais em sua residência.
-
A decisão da juíza Débora de Oliveira Ribeiro, do TRE-SP, foi dada na última quarta-feira (08).
-
Ao negar pedido, o ministro ressaltou o descumprimento de medidas impostas em outras ocasiões.
-
-
Karina Limo Miranda foi baleada por Roberto Jefferson com dois tiros de fuzil em outubro de 2022.
-
A decisão do julgamento foi da juíza federal Abby Ilharco Magalhães, da 1a. Vara Federal de Três Rios.
-
Os procuradores querem que o ex-deputado seja julgado por tentativa de homicídio contra agentes da PF.
-
-
A pedido da defesa, o ministro também permitiu que Roberto Jefferson receba visitas da mãe e da filha.
-
A informação foi repassada pela penitenciária onde ele está preso.
-
A decisão, proferida nessa terça-feira (11), atendeu a requerimento da Procuradoria-Geral da República.
-
-
Os advogados argumentaram que o político necessita de "uma vida digna, com cuidados médicos".
-
Segundo os médicos, o ex-deputado está enfrentando um quadro de depressão e segue em tratamento.
-
Conforme a decisão, o dirigente do PTB precisa de uma avaliação tomográfica de crânio urgente.
-
-
Atualmente, o ex-deputado está recluso no Complexo de Gericinó, em Bangu, no Rio de Janeiro.
-
Em outubro do ano passado, o ex-deputado federal chamou a ministra de 'bruxa de Blair'.
-
O ex-deputado federal foi preso em outubro de 2022, após atirar contra policiais federais.
-
-
Ex-deputado foi preso no dia 23 de outubro por descumprir medidas cautelares, e atirou em agentes da PF.
-
O ex-deputado e ex-presidente do PTB, Roberto Jefferson, não ocupará cargos no novo partido.
-
Defesa pediu ao STF que diretor do presídio seja notificado para liberar visitas ao ex-deputado.
-
-
Ainda durante audiência, ele afirmou que Alexandre de Moraes faz parte de milícia judicial.
-
Ex-deputado será transferido do presídio de Benfica para Bangu 8, no Complexo de Gericinó.
-
Ex-deputado disse que tem cerca de 25 armas de fogo em casa e que dá, em média, 500 tiros por semana.
-
-
A decisão, assinada pelo ministro Alexandre de Moraes, proíbe qualquer visita ao ex-deputado.
-
As postagens foram realizadas pelo deputado federal André Janones (Avante-MG).
-
Depois de resistir à prisão por horas, Jefferson foi preso no início da noite desse domingo(23).
-
-
Em entrevista à Record TV, o candidato à reeleição disse que “não tem nada de amizade” com o ex-deputado.
Mais Assuntos
Encontre em ordem alfabética
© 2007-2026 GP1 - Todos os direitos reservados.
É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita do GP1.