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Com o pedido de vista, o ministro do Supremo Tribunal Federal poderá analisar o caso por até 90 dias.
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A afirmação foi feita em meio ao imbróglio envolvendo o Supremo Tribunal Federal e o governo dos EUA.
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Mercado acompanha informação de bloqueio do Banco do Brasil ao cartão de Moraes e o desemprego nos EUA.
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"Alexandre Moraes, o ditador da toga, promove perseguição política, e agora a religiosa", disse o pastor.
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Neste mês foi anunciado, pelo Governo Trump, a revogação de vistos de pessoas ligadas ao Mais Médicos.
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O cartão Elo permite que Moraes realize transações dentro do território brasileiro.
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Em 2019, as ofensas a pessoas da comunidade LGBT foram criminalizadas pelo Supremo Tribunal Federal.
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Não houve registro nem tramitação de pedido de asilo feito por Bolsonaro junto ao governo argentino.
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O secretário Christopher Laudau afirmou que o STF teria imposto "jurisdição global".
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O líder evangélico teve os celulares apreendidos pela PF e está proibido de sair do Brasil.
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O magistrado é a primeira autoridade brasileira a ser alvo da medida, aplicada pelo Governo Trump.
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A crítica do conselheiro acontece em meio a tensão diplomática entre Brasil e EUA.
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As informações foram confirmadas por Eduardo Bolsonaro e por Paulo Figueiredo.
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O posicionamento ocorre após o ministro ter sido alvo de sanções do governo norte-americano.
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"As atitudes, as ambições e os desejos são os mesmos", disse Eduardo Tagliaferro ao fazer a comparação.
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O julgamento dos integrantes do chamado “Núcleo 1” da suposta trama golpista iniciará em 2 de setembro.
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BTG: “Encerrar ou segregar conta por política interna é lícito; fazê-lo porque mandaram de fora não é”.
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Gallotti reforçou que Lula é uma pessoa pública e deve enfrentar críticas sobre suas atividades públicas.
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“Quem agrediu o sistema financeiro no Brasil foi Trump, provocado por Bolsonaro e seu filho”, disse.
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A queda foi registrada em meio a tensão envolvendo a aplicação da Lei Magnitsky no Brasil.
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Dino restringiu a aplicação automática de leis e sanções estrangeiras no Brasil, incluindo da Magnitsky.
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O governo justificou o veto alegando que proposta é "inconstitucional e contraria o interesse público".
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A decisão, tomada em julgamento no plenário virtual deverá ser seguida por todos os tribunais do país.
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A decisão foi enviada para o Banco Central, a Febraban, CNF e CNSeg.
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“Não existe a menor possibilidade de recuar nem um milímetro”, afirmou o ministro do STF.
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Regras rígidas de fidelidade partidária, já são estabelecidas pela legislação, na troca de partido.
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O julgamento na Segunda Turma estava empatado por 2 a 2 desde abril, e o magistrado desempatou.
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Moraes, Cármen Lúcia, Flávio Dino, Zanin, Toffoli e Gilmar Mendes se manifestaram a favor da condenação.
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O agendamento ocorreu após Moraes receber as alegações finais dos envolvidos no chamado “núcleo 1".
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O debate sobre a sucessão no STF ganhou força diante de rumores de que Barroso pode deixar o tribunal.
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Ministro cogita deixar o STF aos 67 anos, 8 anos antes de atingir a idade para aposentadoria compulsória.
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Os advogados afirmam que não há provas que vinculem Bolsonaro aos atos de 8 de janeiro de 2023.
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Os recursos devem ser destinados a empresas que sofreram impacto pelo tarifaço dos EUA.
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A votação sobre o fim do foro é uma das prioridades da bancada de oposição, liderada pelo PL.
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Outras 552 pessoas foram enquadradas por crimes menos graves e fizeram acordo com o MPF.
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Até o momento, apenas Moraes foi penalizado, mas outros magistrados podem estar na mira do governo.
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A medida é vista por parlamentares como forma de reduzir a influência do STF sobre o Legislativo.
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Na publicação, o magistrado é acusado de adotar medidas rígidas contra apoiadores do ex-presidente.
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Os valores superam o teto constitucional de R$ 44.008,52, salário de um ministro do STF.
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As decisões foram proferidas em sessões virtuais do plenário e da Primeira Turma do STF.
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